Iniciativa conjunta de pesquisa procura determinar os impactos de alternativas renováveis aos combustíveis de aviação.
A Nasa e o Centro Aeroespacial Alemã (DLR, na sigla original) estão realizando uma série de testes em condições reais para de medir as emissões geradas com o uso de bioquerosene (bioQAV). O experimento consiste num total de oito voos partindo da Base Aérea de Ramstein, na Alemanha, conduzidos num periodo de três semanas iniciadas em meados de janeiro.
A Nasa e o Centro Aeroespacial Alemã (DLR, na sigla original) estão realizando uma série de testes em condições reais para de medir as emissões geradas com o uso de bioquerosene (bioQAV). O experimento consiste num total de oito voos partindo da Base Aérea de Ramstein, na Alemanha, conduzidos num periodo de três semanas iniciadas em meados de janeiro.
Para realizar as medições, os técnicos das duas agências usam um A320 abastecido com diferentes misturas entre combustível fóssil convencional e biocombustível que é seguido de perto por um DC-8 equipado com um conjunto de 14 instrumentos capazes de coletar e medir as emissões produzidas.
Rastros
pesqu
Entre as metas do estudo está a determinação da quantidade de fuligem presente nos rastros de condensação deixados pela aeronave. Isso permitiria determinar qual – do ponto de vista ambiental – seria o ponto ótimo de mistura entre bioQAV e querosene de aviação convencional.
A partir de oito quilômetros de altitude, o material particulado se mistura ao vapor d’água e forma cristais de gelo que dão origem aos rastros de condensação. Esse fenômeno acelera o aquecimento global ao impedir que radiação infravermelha escape para o espaço.
Nível ótimo
Os dados serão usados para identificar um nível ótimo de mistura. “Queremos saber se uma mistura de 30% que é consideravelmente mais barata pode gerar emissões de fuligem comparáveis a uma de 50%”, explica Patrick Le Clercq, do Instituto de Tecnologia de Combustão do DLR, informando que o experimento atual avança sobre rodadas realizadas anteriormente.
Experimentos anteriores conduzidos pela Nasa mostraram queda de até 70% nas emissões em voos com misturas de 50% combustível fóssil e 50% bioQAV.
Composição
Outro ponto fundamental nessa etapa do projeto é a identificação da composição química das partículas produzidas pela combustão do bioQAV.
Os cientistas querem saber se essas partículas contêm metais ou outros químicos condensados.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A Nasa e o Centro Aeroespacial Alemã (DLR, na sigla original) estão realizando uma série de testes em condições reais para de medir as emissões geradas com o uso de bioquerosene (bioQAV). O experimento consiste num total de oito voos partindo da Base Aérea de Ramstein, na Alemanha, conduzidos num periodo de três semanas iniciadas em meados de janeiro.
Para realizar as medições, os técnicos das duas agências usam um A320 abastecido com diferentes misturas entre combustível fóssil convencional e biocombustível que é seguido de perto por um DC-8 equipado com um conjunto de 14 instrumentos capazes de coletar e medir as emissões produzidas.
Rastros
pesqu
Entre as metas do estudo está a determinação da quantidade de fuligem presente nos rastros de condensação deixados pela aeronave. Isso permitiria determinar qual – do ponto de vista ambiental – seria o ponto ótimo de mistura entre bioQAV e querosene de aviação convencional.
A partir de oito quilômetros de altitude, o material particulado se mistura ao vapor d’água e forma cristais de gelo que dão origem aos rastros de condensação. Esse fenômeno acelera o aquecimento global ao impedir que radiação infravermelha escape para o espaço.
Nível ótimo
Os dados serão usados para identificar um nível ótimo de mistura. “Queremos saber se uma mistura de 30% que é consideravelmente mais barata pode gerar emissões de fuligem comparáveis a uma de 50%”, explica Patrick Le Clercq, do Instituto de Tecnologia de Combustão do DLR, informando que o experimento atual avança sobre rodadas realizadas anteriormente.
Experimentos anteriores conduzidos pela Nasa mostraram queda de até 70% nas emissões em voos com misturas de 50% combustível fóssil e 50% bioQAV.
Composição
Outro ponto fundamental nessa etapa do projeto é a identificação da composição química das partículas produzidas pela combustão do bioQAV.
Os cientistas querem saber se essas partículas contêm metais ou outros químicos condensados.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com