Para a Ubrabio, existe uma determinação legal e que deve ser cumprida.
A União Brasileira de Biodiesel (Ubrabio) deve defender a manutenção do prazo de início da adição obrigatória de 5% de biodiesel no diesel aquaviário. A informação é de Sergio Beltrão, diretor executivo da entidade. "As discussões vão acontecer lá, mas a nossa posição é que a previsão legal seja cumprida", afirmou. Para a Ubrabio, existe uma determinação legal e que deve ser cumprida.
Segundo Beltrão, a Ubrabio não teve acesso aos documentos apresentados pelo Sindicato das Empresas Distribuidoras de Combustíveis (Sindicom) e da Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e Seus Implementos (Acobar) à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) defendendo o adiamento do início da mistura. "Só vamos ter acesso a isso lá", adiantou.
Nessa quarta-feira a ANP realiza uma audiência pública para discutir o assunto. O tema é polêmico. A indústria de biodiesel defende a obrigatoriedade, que representa uma demanda adicional de 38 milhões de litros por ano. Já o Sindicom e a Acobar alegam que não há testes suficientes para garantir a segurança no uso do B5 em embarcações.
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com
A União Brasileira de Biodiesel (Ubrabio) deve defender a manutenção do prazo de início da adição obrigatória de 5% de biodiesel no diesel aquaviário. A informação é de Sergio Beltrão, diretor executivo da entidade. "As discussões vão acontecer lá, mas a nossa posição é que a previsão legal seja cumprida", afirmou. Para a Ubrabio, existe uma determinação legal e que deve ser cumprida.
Segundo Beltrão, a Ubrabio não teve acesso aos documentos apresentados pelo Sindicato das Empresas Distribuidoras de Combustíveis (Sindicom) e da Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e Seus Implementos (Acobar) à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) defendendo o adiamento do início da mistura. "Só vamos ter acesso a isso lá", adiantou.
Nessa quarta-feira a ANP realiza uma audiência pública para discutir o assunto. O tema é polêmico. A indústria de biodiesel defende a obrigatoriedade, que representa uma demanda adicional de 38 milhões de litros por ano. Já o Sindicom e a Acobar alegam que não há testes suficientes para garantir a segurança no uso do B5 em embarcações.
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com
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