Existem no Brasil muitas empresas e pessoas trabalhando para
investidores interessados em financiar ou em formar parcerias para a
produção de biodiesel aqui no Brasil.
Existem no Brasil muitas empresas e pessoas trabalhando para investidores interessados em financiar ou em formar parcerias para a produção de biodiesel aqui no Brasil. São investidores estrangeiros com grande quantidade de dólares e euros procurando projetos envolvendo biocombustíveis.
Eles buscam projetos consistentes, bem elaborados, desenvolvidos em bases reais. Os investidores são calculistas, financistas, capitalistas que visam lucro e conhecem os problemas que o biodiesel vem enfrentando no mundo. Sabem melhor do que ninguém que o investimento em energias renováveis é o novo filão no mundo financeiro para auferir bons lucros num futuro próximo.
Cabe a nós, brasileiros, aproveitar essa oportunidade. Temos terras disponíveis, clima e produtores rurais em condições de produzirem um sem número de oleaginosas específicas para biodiesel, sem comprometer a produção safra de verão.
O que falta então? Falta organização. Ou melhor, faltam especialistas capazes para organizar o setor produtivo. Especialistas que vão a campo em regiões ou municípios com potencial agrícola para viabilizar o primeiro elo da cadeia produtiva do biodiesel: a produção de matéria-prima. Essa não é uma tarefa fácil e demanda longos meses ou até anos para produzir resultados, com despesas de viagens, estadias e muito tempo disponível para reuniões e palestras com produtores rurais e administrações públicas.
Existe muito dinheiro querendo capitalizar projetos de usinas de biodiesel, o que está faltando é projeto e projetistas.
A opção do Babaçu [10.set.07]
Selo ecológico e social para o biodiesel [10.set.07]
Eles buscam projetos consistentes, bem elaborados, desenvolvidos em bases reais. Os investidores são calculistas, financistas, capitalistas que visam lucro e conhecem os problemas que o biodiesel vem enfrentando no mundo. Sabem melhor do que ninguém que o investimento em energias renováveis é o novo filão no mundo financeiro para auferir bons lucros num futuro próximo.
Cabe a nós, brasileiros, aproveitar essa oportunidade. Temos terras disponíveis, clima e produtores rurais em condições de produzirem um sem número de oleaginosas específicas para biodiesel, sem comprometer a produção safra de verão.
O que falta então? Falta organização. Ou melhor, faltam especialistas capazes para organizar o setor produtivo. Especialistas que vão a campo em regiões ou municípios com potencial agrícola para viabilizar o primeiro elo da cadeia produtiva do biodiesel: a produção de matéria-prima. Essa não é uma tarefa fácil e demanda longos meses ou até anos para produzir resultados, com despesas de viagens, estadias e muito tempo disponível para reuniões e palestras com produtores rurais e administrações públicas.
Existe muito dinheiro querendo capitalizar projetos de usinas de biodiesel, o que está faltando é projeto e projetistas.
A análise desta semana continua nas páginas:
O futuro do pinhão manso em xeque [10.set.07]A opção do Babaçu [10.set.07]
Selo ecológico e social para o biodiesel [10.set.07]