Distribuidoras reportaram ter movimentado 32,5 mil m³ do derivado; alta aproximada de 4,2% em relação ao 1S de 2023
Passada a primeira metade do ano, o mercado nacional de diesel superou a marca dos 32,5 milhões de m³ movimentados. Com isso, o país bateu o montante reportado pelas distribuidoras no primeiro semestre (1S) do ano passado – que até agora era o maior da história para o período – por uma margem de 4,2%.
Não apenas isso, mas o 1S de 2024 passa a ser o terceiro melhor semestre em toda a história do segmento, atrás apenas do 2S de 2023 e do 2S de 2022. Tipicamente, o mercado fica mais aquecido na segunda metade do ano. Não há uma única falha nessa regra nos 24 anos do histórico que a ANP mantém sobre as vendas de combustíveis no país.
Em média, 52,2% das vendas de diesel do ano acontecem no segundo semestre. Caso este ano mantenha a toada, as distribuidoras deverão movimentar aproximadamente 68,1 milhões de m³, o que daria mais um – o quarto seguido – recorde para o país.
Passada a primeira metade do ano, o mercado nacional de diesel superou a marca dos 32,5 milhões de m³ movimentados. Com isso, o país bateu o montante reportado pelas distribuidoras no primeiro semestre (1S) do ano passado – que até agora era o maior da história para o período – por uma margem de 4,2%.
Não apenas isso, mas o 1S de 2024 passa a ser o terceiro melhor semestre em toda a história do segmento, atrás apenas do 2S de 2023 e do 2S de 2022. Tipicamente, o mercado fica mais aquecido na segunda metade do ano. Não há uma única falha nessa regra nos 24 anos do histórico que a ANP mantém sobre as vendas de combustíveis no país.
Em média, 52,2% das vendas de diesel do ano acontecem no segundo semestre. Caso este ano mantenha a toada, as distribuidoras deverão movimentar aproximadamente 68,1 milhões de m³, o que daria mais um – o quarto seguido – recorde para o país.
Junho
O resultado foi fechado com a venda de 5,66 milhões de m³ no mês passado, o que representa um crescimento de 3,8% sobre o volume que havia sido movimentado um ano atrás.
Em maio, o mercado havia ficado praticamente estável na comparação anual, em grande parte graças ao impacto que as enchentes no Rio Grande do Sul tiveram sobre as vendas das distribuidoras no estado – nos últimos cinco anos, o RS se manteve como o quarto maior mercado regional do país.
Essa retomada no crescimento anual foi puxada principalmente pelo Sudeste, onde as vendas de diesel cresceram perto de 80 mil m³ – cerca de 3,7% – e atingiram 2,24 mil m³ em junho.
Olhando os números num horizonte um pouco mais curto, temos que o volume de diesel demandado pelos motoristas brasileiros vem se mantendo estável na faixa dos 5,6 milhões de m³ ao longo dos últimos três meses – esse é um nível relativamente alto para os padrões do mercado.
O normal do mercado seria que a demanda tivesse atingido um pico inicial em março e, então, refluir com força em abril para reiniciar a escalada gradual até atingir o pico do ano em agosto. Em 2024, no entanto, o mercado parece ter saltado sobre essa ‘depressão’ do segundo trimestre.
Essa resiliência não tem se refletido no mercado de combustíveis como um todo. Entre os dois últimos meses, o mercado de combustíveis do Ciclo Otto – etanol e gasolina – apresentou queda de 5,5%, indo para 5,14 milhões de m³, enquanto os demais energéticos regulados pela ANP apresentaram recuo de 2,2%, ficando em 1,82 milhão de m³.
No somatório do semestre, contudo, a história fica um tanto diferente, com o Ciclo Otto tomando a dianteira e apresentando crescimento de 5,9% em relação ao 1S de 2023 e os demais energéticos crescendo um pouco mais de 2%.
No total, as distribuidoras movimentaram 75,3 milhões de m³ de combustíveis, com o diesel representando uma fatia de 43,1% desse mercado.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com