A escalada no custo do metanol iniciada em maio do ano passado continuou em fevereiro. A novidade é que o processo parece ter perdido um pouco de seu ímpeto. Enquanto a Methanex manteve seus preços de referência para o mercado norte-americano estáveis em US$ 416 por tonelada; a Southern Chemical Corporation (SCC) aumentou os valores cobrados para US$ 428,95 – alta de 8,4%.
A escalada no custo do metanol iniciada em maio do ano passado continuou em fevereiro. A novidade é que o processo parece ter perdido um pouco de seu ímpeto. Enquanto a Methanex manteve seus preços de referência para o mercado norte-americano estáveis em US$ 416 por tonelada; a Southern Chemical Corporation (SCC) aumentou os valores cobrados para US$ 428,95 – alta de 8,4%.
No mês passado, a fabricante norte-americana – que opera a partir de Trinidad e Tobago e entrou no mercado brasileiro há pouco mais de um ano – já havia promovido um reajuste de 6,2%. Desde que o mercado que o atual processo se inicial, os preços da SCC praticamente dobraram indo de US$ 216,14 para os patamares atuais.
Considerando o histórico da SCC, o valor atual do metanol é o maior em 20 meses. Em julho de 2015, a tonelada do produto custava US$ 435,60.
No caso da Methanex, a alta acumulada é um pouco menos expressiva – 67,1% –, mas isso porque, em maio, a empresa de origem canadense já estava cobrando US$ 246.
Gás
O novo aumento acontece mesmo com as cotações do gás natural se mantendo relativamente estáveis nessas últimas semanas. O gás é a matéria-prima mais relevante na fabricação de metanol e seu custo é um dos fatores determinantes na formação de preços do insumo.
Segundo a Administração de Informação em Energia (EIA) do governo dos Estados Unidos, o gás vem se valorizando de forma mais ou menos consistente desde março passado e já subiu praticamente 110%. De US$ 1,57 por milhão de BTU em meados de março para US$ 3,29 no fechamento da semana passado.
Olhando para o curto prazo, no entanto, o gás natural está ficando mais barato com uma queda de US$ 0,40 ou 10,8%.
O metanol é o segundo insumo mais importante na produção de biodiesel, atrás apenas do óleo vegetal ou sebo animal.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A escalada no custo do metanol iniciada em maio do ano passado continuou em fevereiro. A novidade é que o processo parece ter perdido um pouco de seu ímpeto. Enquanto a Methanex manteve seus preços de referência para o mercado norte-americano estáveis em US$ 416 por tonelada; a Southern Chemical Corporation (SCC) aumentou os valores cobrados para US$ 428,95 – alta de 8,4%.
No mês passado, a fabricante norte-americana – que opera a partir de Trinidad e Tobago e entrou no mercado brasileiro há pouco mais de um ano – já havia promovido um reajuste de 6,2%. Desde que o mercado que o atual processo se inicial, os preços da SCC praticamente dobraram indo de US$ 216,14 para os patamares atuais.
Considerando o histórico da SCC, o valor atual do metanol é o maior em 20 meses. Em julho de 2015, a tonelada do produto custava US$ 435,60.
No caso da Methanex, a alta acumulada é um pouco menos expressiva – 67,1% –, mas isso porque, em maio, a empresa de origem canadense já estava cobrando US$ 246.
Gás
O novo aumento acontece mesmo com as cotações do gás natural se mantendo relativamente estáveis nessas últimas semanas. O gás é a matéria-prima mais relevante na fabricação de metanol e seu custo é um dos fatores determinantes na formação de preços do insumo.
Segundo a Administração de Informação em Energia (EIA) do governo dos Estados Unidos, o gás vem se valorizando de forma mais ou menos consistente desde março passado e já subiu praticamente 110%. De US$ 1,57 por milhão de BTU em meados de março para US$ 3,29 no fechamento da semana passado.
Olhando para o curto prazo, no entanto, o gás natural está ficando mais barato com uma queda de US$ 0,40 ou 10,8%.
O metanol é o segundo insumo mais importante na produção de biodiesel, atrás apenas do óleo vegetal ou sebo animal.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com