Depois de atingir maior patamar em 13 anos, rali nos preços do insumo dá sinais de desaceleração
O rali nos preços internacionais do metanol está – finalmente – dando sinais de estar começando a perder força despois de 16 meses de altas. Na semana passada, tanto a Methanex e quanto a Helm Proman Methanol (HPM) – os dois maiores fornecedores para o mercado brasileiro – publicaram os preços que vão valer como referência para os contratos no mês de dezembro.
A maior novidade vem da Methanex. A fabricante canadense reduziu o valor do produto pela primeira vez desde julho do ano passado. Ao longo dos últimos 16 meses, o valor de tabela da tonelada subiu mais de 150% indo de US$ 276,00 em junho de 2020 para US$ 692,00 agora em novembro.
O rali nos preços internacionais do metanol está – finalmente – dando sinais de estar começando a perder força despois de 16 meses de altas. Na semana passada, tanto a Methanex e quanto a Helm Proman Methanol (HPM) – os dois maiores fornecedores para o mercado brasileiro – publicaram os preços que vão valer como referência para os contratos no mês de dezembro.
A maior novidade vem da Methanex. A fabricante canadense reduziu o valor do produto pela primeira vez desde julho do ano passado. Ao longo dos últimos 16 meses, o valor de tabela da tonelada subiu mais de 150% indo de US$ 276,00 em junho de 2020 para US$ 692,00 agora em novembro.
Já a HPM manteve estável o valor de US$ 655,06 que havia fixado no mês anterior. Com isso, o produto da HPM – que costuma ser mais barato do que o da concorrente – ficou US$ 13,06 mais caro do que o da Methanex.
Maior em 13 anos
Os preços do metanol iniciaram seu rali a partir de meados do ano passado quando reverteram a queda abrupta que haviam sofrido a partir de março de 2020 – mês em que a crise sanitária deflagrada pela pandemia da Covid-19 se agravou.
A alta fez com que os preços de ambos os fabricantes atingissem seu maior patamar desde fevereiro de 2018.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com