Conglomerado canadense mais instalar uma terceira unidade de produção de metanol em seu site em Geismar
Maior fabricante de metanol do mundo, a Methanex está planejando retomar o projeto de ampliação de seu complexo industrial na cidade de Geismar, nos EUA. O projeto foi congelado em abril do ano passado em função dos impactos econômicos decorrentes do agravamento da pandemia da Covid-19.
"O momento é favorável para a retomada de nosso projeto Geismar 3, uma vez que as perspectivas da indústria de metanol são positivas e nos temos uma posição financeira sólida para financiar o projeto”, disse o presidente da companhia, John Floren, num comunicado distribuído à investidores.
Maior fabricante de metanol do mundo, a Methanex está planejando retomar o projeto de ampliação de seu complexo industrial na cidade de Geismar, nos EUA. O projeto foi congelado em abril do ano passado em função dos impactos econômicos decorrentes do agravamento da pandemia da Covid-19.
"O momento é favorável para a retomada de nosso projeto Geismar 3, uma vez que as perspectivas da indústria de metanol são positivas e nos temos uma posição financeira sólida para financiar o projeto”, disse o presidente da companhia, John Floren, num comunicado distribuído à investidores.
Pelo anúncio original, o grupo tinha planos de investir US$ 1,4 bilhão para acrescentar uma terceira unidade produtiva ao complexo. A planta teria capacidade para fabricar até 1,8 milhão de toneladas de metanol ao ano praticamente dobrando a capacidade instalada em Geismar. O site foi escolhido para receber duas plantas – cada uma com 1 milhão de toneladas em capacidade – que foram recoladas do Chile para os Estados Unidos.
Segundo informações divulgadas pela imprensa local, o grupo está reavaliando o porte do investimento. O gasto final deverá ficar entre US$ 1,25 e US$ 1,35 bilhão. O efeito que isso terá na capacidade produtiva final, contudo, não foi informado.
A nova meta é que a nova planta entre em operação entre o final de 2023 e o começo de 2024.
A Methanex calcula que a demanda global de metanol vá crescer cerca de 20% ao longo dos próximos cinco anos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com