Enquanto vai preparando sua saída do mercado de biocombustíveis, a Petrobras Biocombustível (PBio) prossegue sangrando. As perdas da subsidiária chegaram a impressionantes R$ 885,8 milhões apenas no ano de 2016. A informação consta da mais recente Relatório de Demonstração Contábeis que foi divulgada ontem (31) pelo Grupo Petrobras.
Enquanto vai preparando sua saída do mercado de biocombustíveis, a Petrobras Biocombustível (PBio) prossegue sangrando. As perdas da subsidiária chegaram a impressionantes R$ 885,8 milhões apenas no ano de 2016. A informação consta da mais recente Relatório de Demonstração Contábeis que foi divulgada ontem (31) pelo Grupo Petrobras.
Pelo lado positivo, o prejuízo – mesmo multimilionário – foi menor do que no ano anterior quando as perdas atingiram impressionantes de R$ 955,8 milhões.
Ainda assim, os números do relatório podem ser descritos – sem muito exagero – como dramáticos.
Faturamento
Em termos de faturamento, a companhia até se saiu relativamente bem. As vendas de 2016 totalizaram R$ 838,6 milhões, um avanço de 9,1% sobre resultado anterior. Foi o segundo melhor da história da companhia, atrás somente de 2013 quando as entradas foram de R$ 894,6 milhões.
Financeiramente, a empresa também teve um resultado positivo com um fluxo positivo da ordem de R$ 145,3 milhões.
Contudo, a empresa continua vendendo biodiesel por um preço menor do que seu custo. O custo de produção chegou perto dos R$ 919,9 milhões o que levou a um prejuízo bruto de R$ 81,2 milhões. Somadas as despesas administrativas e tributárias, as perdas disparam para R$ 169,1 milhões.
Isso mesmo com a empresa tomando medidas drásticas como o fechamento da usina de biodiesel de Quixadá no final de outubro passado.
Sangria
Mas o que, realmente, fez a companhia sangrar foram os R$ 790,9 milhões reunidos sob a legenda “perdas em investimentos e ativos mantidos para venda”. O recuo do setor de biocombustíveis vai custar caro ao grupo Petrobras.
Há ainda os prejuízos com as controladas que custaram à PBio outros R$ 71 milhões.
Essa cifra inclui a parcela que cabe à companhia nos prejuízos da BSBios – empresa da qual a PBio detém 50% de participação. Segundo o relatório, a fabricantes de biodiesel perdeu R$ 41,9 milhões em 2016.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Enquanto vai preparando sua saída do mercado de biocombustíveis, a Petrobras Biocombustível (PBio) prossegue sangrando. As perdas da subsidiária chegaram a impressionantes R$ 885,8 milhões apenas no ano de 2016. A informação consta da mais recente Relatório de Demonstração Contábeis que foi divulgada ontem (31) pelo Grupo Petrobras.
Pelo lado positivo, o prejuízo – mesmo multimilionário – foi menor do que no ano anterior quando as perdas atingiram impressionantes de R$ 955,8 milhões.
Ainda assim, os números do relatório podem ser descritos – sem muito exagero – como dramáticos.
Faturamento
Em termos de faturamento, a companhia até se saiu relativamente bem. As vendas de 2016 totalizaram R$ 838,6 milhões, um avanço de 9,1% sobre resultado anterior. Foi o segundo melhor da história da companhia, atrás somente de 2013 quando as entradas foram de R$ 894,6 milhões.
Financeiramente, a empresa também teve um resultado positivo com um fluxo positivo da ordem de R$ 145,3 milhões.
Contudo, a empresa continua vendendo biodiesel por um preço menor do que seu custo. O custo de produção chegou perto dos R$ 919,9 milhões o que levou a um prejuízo bruto de R$ 81,2 milhões. Somadas as despesas administrativas e tributárias, as perdas disparam para R$ 169,1 milhões.
Isso mesmo com a empresa tomando medidas drásticas como o fechamento da usina de biodiesel de Quixadá no final de outubro passado.
Sangria
Mas o que, realmente, fez a companhia sangrar foram os R$ 790,9 milhões reunidos sob a legenda “perdas em investimentos e ativos mantidos para venda”. O recuo do setor de biocombustíveis vai custar caro ao grupo Petrobras.
Há ainda os prejuízos com as controladas que custaram à PBio outros R$ 71 milhões.
Essa cifra inclui a parcela que cabe à companhia nos prejuízos da BSBios – empresa da qual a PBio detém 50% de participação. Segundo o relatório, a fabricantes de biodiesel perdeu R$ 41,9 milhões em 2016.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com