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Esmagadoras ampliam capacidade instalada em 4,5% em 2024

O setor vem crescendo em ritmo acelerado desde 2023 e deverá continuar avançando de forma substancial

BiodieselBR.com, 4 min de leitura

A indústria de esmagamento está vivendo um bom momento no Brasil. Segundo os números mais recentes da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), o setor está acrescentando mais 3,11 milhões de toneladas a seu parque fabril apenas este ano. Isso representa um aumento de 4,5% na base instalada, o que coloca a capacidade total do setor nas imediações de 72,3 milhões de toneladas.

O total de unidades de esmagamento instaladas no país avançou de 129, no ano passado, para 132 agora. São 63 grupos empresariais ativos no setor.

Embora o novo número seja inferior ao do ano passado – quando as esmagadoras aumentaram sua capacidade em 3,69 milhões de toneladas –, o ritmo de crescimento tem se mantido bem acima da média de 1,35 milhão de toneladas por ano que o setor vinha registrando ao longo dos últimos dez anos.

O setor não vem se saindo mal. Desde a virada do milênio, as esmagadoras só ficaram no vermelho em quatro anos – 2001, 2011, 2017 e 2019. No cômputo geral, o setor avançou 72,3% ao longo dos últimos 25 anos, mas a rampa de crescimento se acelerou visivelmente nos últimos dois anos.

A indústria de esmagamento está vivendo um bom momento no Brasil. Segundo os números mais recentes da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), o setor está acrescentando mais 3,11 milhões de toneladas a seu parque fabril apenas este ano. Isso representa um aumento de 4,5% na base instalada, o que coloca a capacidade total do setor nas imediações de 72,3 milhões de toneladas.

O total de unidades de esmagamento instaladas no país avançou de 129, no ano passado, para 132 agora. São 63 grupos empresariais ativos no setor.

Embora o novo número seja inferior ao do ano passado – quando as esmagadoras aumentaram sua capacidade em 3,69 milhões de toneladas –, o ritmo de crescimento tem se mantido bem acima da média de 1,35 milhão de toneladas por ano que o setor vinha registrando ao longo dos últimos dez anos.

O setor não vem se saindo mal. Desde a virada do milênio, as esmagadoras só ficaram no vermelho em quatro anos – 2001, 2011, 2017 e 2019. No cômputo geral, o setor avançou 72,3% ao longo dos últimos 25 anos, mas a rampa de crescimento se acelerou visivelmente nos últimos dois anos.

O último ‘estirão’ de crescimento do setor havia sido registrado entre 2009 e 2010, quando o setor agregou mais de 7 milhões de toneladas em capacidade nova.

De acordo com o levantamento, a capacidade total de processamento de oleaginosas neste ano atingiu 72,3 milhões de toneladas, volume 4,5% superior ao registrado em 2023 (69,2 milhões de toneladas).

A maior parte da capacidade produtiva nacional está no Mato Grosso, que conta com mais de um quinto – 21,8% – do parque industrial brasileiro. As 21 esmagadoras mato-grossenses somam mais de 15,7 milhões de toneladas por ano.

No total, 16 unidades da federação contam com pelo menos uma indústria de processamento.

Mais unidades ativas

Não foi só nos novos investimentos que as esmagadoras trouxeram boas notícias. O número de plantas ativas em relação ao último levantamento subiu de 106 para 113 unidades – alta de 6,6% – frente a um total de 132 plantas.

As 19 esmagadoras que se encontram hibernadas teriam capacidade para processar 4,71 milhões de toneladas de grãos. No ano passado, esse total era de 5,18 milhões de toneladas.

E nada indica que o setor esteja se preparando para desacelerar. O levantamento da Abiove aponta cinco novas esmagadoras anunciadas e outras cinco em processo de expansão, que poderão acrescentar mais 6,38 milhões de toneladas em capacidade produtiva ao setor.

A previsão de novos investimentos para os próximos 12 meses é de R$ 5,7 bilhões.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
 

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