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Biodiesel retoma trajetória de alta após interrupção

O biodiesel se valorizou cerca de 1,4% na 20ª semana do ano, acumulando alta de 5,5% nesse último estirão

BiodieselBR.com 3 min de leitura

Não passou de um soluço. Depois de apenas uma semana de estabilidade, as usinas de biodiesel voltaram a reajustar os preços de seu principal produto. Segundo a ANP, entre os dias 10 e 16 de junho, os valores cobrados das distribuidoras subiram outros 1,4% e atingiram o valor de R$ 4.752,28 por m³ na média nacional. Trata-se do maior nível de preço para o mercado desde a 13ª semana (13S) de 2023.

A escalada mais recente nos preços do biodiesel começou na 20S. Ao longo dessas quatro semanas, a alta acumulada foi de 5,5%. O mercado tem sido pressionado pelos custos das usinas que vêm subindo de forma acelerada desde a 19S.

Medido pelo Indexador BiodieselBR – que considera as variações das matérias-primas mais usadas pelo setor – os principais custos das usinas subiram 21% da primeira quinzena de maio até agora. Só nessa última semana, a alta no indicador foi de 7,4%, o que mais do que compensou a baixa de 3,5% vista na 23S.

Não passou de um soluço. Depois de apenas uma semana de estabilidade, as usinas de biodiesel voltaram a reajustar os preços de seu principal produto. Segundo a ANP, entre os dias 10 e 16 de junho, os valores cobrados das distribuidoras subiram outros 1,4% e atingiram o valor de R$ 4.752,28 por m³ na média nacional. Trata-se do maior nível de preço para o mercado desde a 13ª semana (13S) de 2023.

A escalada mais recente nos preços do biodiesel começou na 20S. Ao longo dessas quatro semanas, a alta acumulada foi de 5,5%. O mercado tem sido pressionado pelos custos das usinas que vêm subindo de forma acelerada desde a 19S.

Medido pelo Indexador BiodieselBR – que considera as variações das matérias-primas mais usadas pelo setor – os principais custos das usinas subiram 21% da primeira quinzena de maio até agora. Só nessa última semana, a alta no indicador foi de 7,4%, o que mais do que compensou a baixa de 3,5% vista na 23S.

Graças a esse repique no Indexador BiodieselBR, as margens do setor voltaram a se estreitar, de 13,5% na semana anterior para 7,2% agora. Para cada m³ de biodiesel vendido, as usinas têm uma folga de R$ 321,26 para fazer frente aos demais custos. É a margem mais estreita para o setor desde agosto do ano passado.

Centro-Oeste

Nem todas as regiões brasileiras seguiram a tendência de alta do mercado nacional da última semana. As usinas da Região Centro-Oeste nadaram contra a corrente e baixaram os preços de seu biodiesel em 0,6%, indo para R$ 4.607,84.

Isso fez com que elas tivessem o biodiesel mais barato do país pela primeira vez em muito tempo. O Centro-Oeste ocupou essa posição logo na virada do ano, mantendo o posto entre a 52S de 2023 e a 2S de 2024.

Já o biodiesel mais caro segue sendo o do Nordeste, onde as usinas estão cobrando uma média de R$ 5.033,13 por m³.

Com isso, o preço do biodiesel atingiu das últimas 61 semanas – na 13ª semana do ano passado, o preço médio do biodiesel foi de R$ 4.738,74 por m³.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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