BiodieselBR
Publicidade

Exportações de glicerina somam 47,6 mil toneladas em outubro

Volume do coproduto exportado recuou perto 15,2% depois do recorde de setembro

BiodieselBR.com 3 min de leitura

Depois de ter batido o recorde em setembro, os exportadores brasileiros de glicerina pisaram no freio. Em outubro, os embarques do coproduto somaram 47,6 mil toneladas, o que representa uma contração de 15,2% em relação ao mês anterior.

Mesmo quando se alarga o horizonte indo para uma comparação anual, o resultado não foi dos mais vistosos. Em relação a outubro de 2022, a demanda externa pela glicerina brasileira teve queda de 2,9% em termos de volume movimentado. Isso a despeito do aumento da mistura obrigatória de biodiesel de 10% no ano passado para 12% agora.

Do começo do ano até agora, as exportações já somaram 458,3 mil toneladas. Com mais dois meses pela frente, faltam apenas 28,4 mil toneladas para igualar o recorde de 2021.

Depois de ter batido o recorde em setembro, os exportadores brasileiros de glicerina pisaram no freio. Em outubro, os embarques do coproduto somaram 47,6 mil toneladas, o que representa uma contração de 15,2% em relação ao mês anterior.

Mesmo quando se alarga o horizonte indo para uma comparação anual, o resultado não foi dos mais vistosos. Em relação a outubro de 2022, a demanda externa pela glicerina brasileira teve queda de 2,9% em termos de volume movimentado. Isso a despeito do aumento da mistura obrigatória de biodiesel de 10% no ano passado para 12% agora.

Do começo do ano até agora, as exportações já somaram 458,3 mil toneladas. Com mais dois meses pela frente, faltam apenas 28,4 mil toneladas para igualar o recorde de 2021.

Mais destilada

Não quer dizer que o mês tenha sido completamente negativo. Em outubro, as vendas de glicerina destilada aumentaram para 10,5 mil toneladas e capturam a fatia de 22% das exportações – sua melhor participação no mercado em cinco meses. O aumento nos embarques do produto de maior valor agregado contribuiu para que os negócios em torno do coproduto movimentassem US$ 13,5 milhões, o que dá cerca de R$ 68,3 milhões quando convertido para reais.

Apesar da contração de dois dígitos no volume, a queda do faturamento em dólares foi de 8,5%.

Preços estáveis

Depois do tombo que levaram ao longo do segundo semestre de 2022, os preços da glicerina vêm se estabilizando nos últimos meses. Em outubro, os preços da glicerina destilada apresentaram queda de 1,4% indo para US$ 503,98 por tonelada.

Já a glicerina bruta caminhou na direção contrária apresentando valorização de 2,5% e fechando outubro em US$ 220,79 por tonelada.

Destinos

Em termos gerais, a glicerina brasileira chegou a 41 países diferentes em outubro. A liderança coube à China que absorveu 36,4 mil toneladas do produto nacional – cerca de três quartos do total exportado – sendo 2,44 mil toneladas de glicerina destilada e 33,9 mil toneladas do produto bruto.

As vendas para a China renderam US$ 8,51 milhões para os exportadores brasileiros.

A principal porta de saída da glicerina brasileira é o Porto de Santos, em São Paulo, por onde foram embarcados 51,5% de toda a glicerina vendida pelo país.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

Compartilhar: