Usina de Anápolis recebe autorização para operar com capacidade ampliada e assume a liderança do ranking de fabricantes de biodiesel.
Desde a manhã desta quinta-feira (04), o mercado brasileiro de biodiesel passou a ter um novo líder: a Granol de Anápolis. A usina goiana disparou três posições – desbancando a Oleoplan de Veranópolis, a Potencial e a ADM de Rondonópolis – para tomar a primeira posição no ranking nacional de fabricantes com 558 milhões de litros ao ano em capacidade instalada.
Desde a manhã desta quinta-feira (04), o mercado brasileiro de biodiesel passou a ter um novo líder: a Granol de Anápolis. A usina goiana disparou três posições – desbancando a Oleoplan de Veranópolis, a Potencial e a ADM de Rondonópolis – para tomar a primeira posição no ranking nacional de fabricantes com 558 milhões de litros ao ano em capacidade instalada.
A mudança foi oficializada depois que a ANP publicou no Diário Oficial da União a Autorização 169/2017 que permite à planta operar com a nova capacidade. As obras para ampliar a fábrica haviam sido iniciadas no final de novembro passado quando foi emitida a autorização de construção. Com a finalização do processo, a Granol de Anápolis dá um salto de 50% sobre sua capacidade produtiva anterior – 371,9 milhões de litros.
Isso encerra um período de praticamente seis anos de domínio da ADM de Rondonópolis sobre o mercado brasileiro. A usina mato-grossense ocupava a primeira posição do pódio desde que atingiu a capacidade produtiva de 486,7 milhões de litros em agosto de 2011.
Antes de hoje, o último rearranjo significativo no topo do ranking havia sido protagonizado pela Potencial. Em setembro passado, a empresa completou sua primeira expansão e passou a ter uma capacidade produtiva de 382,7 milhões de litros tirando a segunda posição da unidade gaúcha da Oleoplan e colocando a própria Granol de Anápolis como quarta colocada.
O movimento da Granol acontece apenas dois meses depois da chegada do B8 e num momento em que os fabricantes já vislumbram uma chance real de que o B9 e o B10 sejam antecipados pelo governo.
Crescimento
O anúncio de hoje acrescenta 186,1 milhões de litros em capacidade instalada. No total, a indústria brasileira de biodiesel passa a poder fabricar 7,65 bilhões de litros. É um aumento de 2,5%.
Em Goiás, o salto chega a 18,3%. Com seis usinas em funcionamento, o estado passa a ter capacidade instalada pouco superior a 1,2 bilhão de litros ao ano.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Desde a manhã desta quinta-feira (04), o mercado brasileiro de biodiesel passou a ter um novo líder: a Granol de Anápolis. A usina goiana disparou três posições – desbancando a Oleoplan de Veranópolis, a Potencial e a ADM de Rondonópolis – para tomar a primeira posição no ranking nacional de fabricantes com 558 milhões de litros ao ano em capacidade instalada.
A mudança foi oficializada depois que a ANP publicou no Diário Oficial da União a Autorização 169/2017 que permite à planta operar com a nova capacidade. As obras para ampliar a fábrica haviam sido iniciadas no final de novembro passado quando foi emitida a autorização de construção. Com a finalização do processo, a Granol de Anápolis dá um salto de 50% sobre sua capacidade produtiva anterior – 371,9 milhões de litros.
Isso encerra um período de praticamente seis anos de domínio da ADM de Rondonópolis sobre o mercado brasileiro. A usina mato-grossense ocupava a primeira posição do pódio desde que atingiu a capacidade produtiva de 486,7 milhões de litros em agosto de 2011.
Antes de hoje, o último rearranjo significativo no topo do ranking havia sido protagonizado pela Potencial. Em setembro passado, a empresa completou sua primeira expansão e passou a ter uma capacidade produtiva de 382,7 milhões de litros tirando a segunda posição da unidade gaúcha da Oleoplan e colocando a própria Granol de Anápolis como quarta colocada.
O movimento da Granol acontece apenas dois meses depois da chegada do B8 e num momento em que os fabricantes já vislumbram uma chance real de que o B9 e o B10 sejam antecipados pelo governo.
Crescimento
O anúncio de hoje acrescenta 186,1 milhões de litros em capacidade instalada. No total, a indústria brasileira de biodiesel passa a poder fabricar 7,65 bilhões de litros. É um aumento de 2,5%.
Em Goiás, o salto chega a 18,3%. Com seis usinas em funcionamento, o estado passa a ter capacidade instalada pouco superior a 1,2 bilhão de litros ao ano.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com