
O 39º Leilão de Biodiesel veio com boas notícias para os fabricantes. Além de marcar a estreia oficial do B7 – o que aumenta a demanda em 20% sem levar em conta as andanças do mercado de óleo diesel –, os preços também tendem a ser um pouco melhores que os registrados no leilão passado. Ao menos é o que se pode intuir a partir dos preços máximos de referência (PMRs) anunciados agora há pouco pela ANP.
O 39º Leilão de Biodiesel veio com boas notícias para os fabricantes. Além de marcar a estreia oficial do B7 – o que aumenta a demanda em 20% sem levar em conta as andanças do mercado de óleo diesel –, os preços também tendem a ser um pouco melhores que os registrados no leilão passado. Ao menos é o que se pode intuir a partir dos preços máximos de referência (PMRs) anunciados agora há pouco pela ANP.
Os PMRs estão maiores que os do leilão anterior. Mas é por pouco: 0,6% na média. Ainda assim a notícia traz um alento considerando que os preços foram bastante reduzidos nos últimos dois leilões – 9% (L37) e 6% (L38).
Na média, as usinas com Selo Social podem pedir até R$ 2.138 por cada metro cúbico de biodiesel. Já as usinas que não possuem o Selo poderão receber, no máximo, R$ 2.100 por m³.
Regionais
Os melhores preços, como de costume, são os da Região Nordeste, onde o biodiesel poderá ser vendido por R$ 2.290 (Selo) e R$ 2.245 (sem Selo). O reajuste ultrapassa os R$ 65 por m³.
No Centro-Oeste e no Norte, os PMRs também foram elevados pela agência reguladora. Já nas Regiões Sul e Sudeste, teremos um mercado mais apertado com o m³ do biodiesel perdendo entre R$ 20 e R$ 25.
Agricultura familiar
O diferencial entre os lotes com e sem Selo também ficou um pouco menor. Enquanto no leilão passado os preços do lote com Selo ficaram R$ 39 mais altos que os do lote sem Selo, agora ele vai ficar em R$ 38. Essa diferença serve para fazer frente aos custos adicionais de incluir a agricultura familiar na cadeia de suprimentos dos fabricantes.
A queda foi puxada pelo Nordeste e pelo Sul. Em ambas houve uma diminuição de R$ 5 no diferencial.
Já na Região Norte, a vantagem do lote com selo aumentou em R$ 5.
Veja tabela:
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O 39º Leilão de Biodiesel veio com boas notícias para os fabricantes. Além de marcar a estreia oficial do B7 – o que aumenta a demanda em 20% sem levar em conta as andanças do mercado de óleo diesel –, os preços também tendem a ser um pouco melhores que os registrados no leilão passado. Ao menos é o que se pode intuir a partir dos preços máximos de referência (PMRs) anunciados agora há pouco pela ANP.
Os PMRs estão maiores que os do leilão anterior. Mas é por pouco: 0,6% na média. Ainda assim a notícia traz um alento considerando que os preços foram bastante reduzidos nos últimos dois leilões – 9% (L37) e 6% (L38).
Na média, as usinas com Selo Social podem pedir até R$ 2.138 por cada metro cúbico de biodiesel. Já as usinas que não possuem o Selo poderão receber, no máximo, R$ 2.100 por m³.
Regionais
Os melhores preços, como de costume, são os da Região Nordeste, onde o biodiesel poderá ser vendido por R$ 2.290 (Selo) e R$ 2.245 (sem Selo). O reajuste ultrapassa os R$ 65 por m³.
No Centro-Oeste e no Norte, os PMRs também foram elevados pela agência reguladora. Já nas Regiões Sul e Sudeste, teremos um mercado mais apertado com o m³ do biodiesel perdendo entre R$ 20 e R$ 25.
Agricultura familiar
O diferencial entre os lotes com e sem Selo também ficou um pouco menor. Enquanto no leilão passado os preços do lote com Selo ficaram R$ 39 mais altos que os do lote sem Selo, agora ele vai ficar em R$ 38. Essa diferença serve para fazer frente aos custos adicionais de incluir a agricultura familiar na cadeia de suprimentos dos fabricantes.
A queda foi puxada pelo Nordeste e pelo Sul. Em ambas houve uma diminuição de R$ 5 no diferencial.
Já na Região Norte, a vantagem do lote com selo aumentou em R$ 5.
Veja tabela:
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com