O vento a favor durou pouco. O pequeno crescimento – 0,5% – nas vendas de óleo diesel registrada no começo do ano foi sucedido por uma queda de quase 5,8% no comparativo entre fevereiro e o mesmo mês do ano passado. O volume vendido no mês passado foi de 4,03 bilhões de litros. Os dados foram disponibilizados hoje (31) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O vento a favor durou pouco. O pequeno crescimento – 0,5% – nas vendas de óleo diesel registrada no começo do ano foi sucedido por uma queda de quase 5,8% no comparativo entre fevereiro e o mesmo mês do ano passado. O volume vendido no mês passado foi de 4,03 bilhões de litros. Os dados foram disponibilizados hoje (31) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
No primeiro bimestre, as vendas totalizaram 8 bilhões de litros, quase 230 milhões de litros a menos que no mesmo período de 2016. São 2,8% menos no somatório do ano até agora.
Comparando com o restante do mercado de combustíveis, o de diesel até que não se saiu tão mal assim. No total, o mercado movimentou 10,1 bilhões de litros o que representa uma queda de 6,3% no comparativo anual.
Com exceção do mercado de gasolina que avançou 2,4%, todos os demais segmentos acompanhados pela ANP registraram quedas nas vendas. Em quatro segmentos – etanol hidratado, óleo combustível, querosene de aviação e querosene iluminante – as reduções foram superiores a dois dígitos.
Federação
Houve quedas praticamente no país inteiro – dos 27 estados brasileiros apenas no Mato Grosso do Sul e no Paraná a demanda teve variação positiva.
A pior queda foi o Rio de Janeiro onde o mercado mingou 37,5 milhões e litros em um ano. As vendas do derivado para consumidores fluminenses foram de 224,2 para 186,6 milhões de litros o que representa uma contração de 16,8% do mercado.
Proporcionalmente, o Amazonas teve um resultado ainda pior. As vendas de diesel ficaram 18,6% menores indo de 77 para 62,7 milhões de litros.
Entre as regiões a queda no Sudeste foi a maior com 110,7 milhões de litros de diesel menos. No mês, as vendas nos quatro estados da região totalizaram 1,6 bilhão de litros, equivalente a 39,5% do mercado total do país.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O vento a favor durou pouco. O pequeno crescimento – 0,5% – nas vendas de óleo diesel registrada no começo do ano foi sucedido por uma queda de quase 5,8% no comparativo entre fevereiro e o mesmo mês do ano passado. O volume vendido no mês passado foi de 4,03 bilhões de litros. Os dados foram disponibilizados hoje (31) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
No primeiro bimestre, as vendas totalizaram 8 bilhões de litros, quase 230 milhões de litros a menos que no mesmo período de 2016. São 2,8% menos no somatório do ano até agora.
Comparando com o restante do mercado de combustíveis, o de diesel até que não se saiu tão mal assim. No total, o mercado movimentou 10,1 bilhões de litros o que representa uma queda de 6,3% no comparativo anual.
Com exceção do mercado de gasolina que avançou 2,4%, todos os demais segmentos acompanhados pela ANP registraram quedas nas vendas. Em quatro segmentos – etanol hidratado, óleo combustível, querosene de aviação e querosene iluminante – as reduções foram superiores a dois dígitos.
Federação
Houve quedas praticamente no país inteiro – dos 27 estados brasileiros apenas no Mato Grosso do Sul e no Paraná a demanda teve variação positiva.
A pior queda foi o Rio de Janeiro onde o mercado mingou 37,5 milhões e litros em um ano. As vendas do derivado para consumidores fluminenses foram de 224,2 para 186,6 milhões de litros o que representa uma contração de 16,8% do mercado.
Proporcionalmente, o Amazonas teve um resultado ainda pior. As vendas de diesel ficaram 18,6% menores indo de 77 para 62,7 milhões de litros.
Entre as regiões a queda no Sudeste foi a maior com 110,7 milhões de litros de diesel menos. No mês, as vendas nos quatro estados da região totalizaram 1,6 bilhão de litros, equivalente a 39,5% do mercado total do país.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com