O trabalho que vai abrir caminho para que os novos aumentos da mistura obrigatória cheguem já está em andamento. Segundo BiodieselBR.com confirmou com o Ministério de Minas e Energia (MME), os primeiros testes concebidos para validar se os motores diesel usados no Brasil podem – ou não – rodar com misturas maiores do que B7 estavam previstos para começar na semana entre os dias 29 de agosto e 02 de setembro.
O trabalho que vai abrir caminho para que os novos aumentos da mistura obrigatória cheguem já está em andamento. Segundo BiodieselBR.com confirmou com o Ministério de Minas e Energia (MME), os primeiros testes concebidos para validar se os motores diesel usados no Brasil podem – ou não – rodar com misturas maiores do que B7 estavam previstos para começar na semana entre os dias 29 de agosto e 02 de setembro.
A Lei 13.263/2016 estipula que sejam feitas duas rodadas de testes: a primeira delas tem que ser completada até março que vem e vai atestar a segurança do uso do B10; a segunda vai se prolongar até março de 2019 e pode vir a liberar a adição de até 15% de biodiesel ao óleo diesel mineral.
Para operacionalizar a realização desses testes, em junho passado, o MME editou uma portaria oficializando a criação de um Grupo de Trabalho (GT) que reúne governo, agências reguladoras, órgãos ambientais e representantes dos fabricantes de biocombustíveis e de autopeças. De forma não oficial, o grupo já vinha atuando desde o final de 2015 para definir quais seriam os testes necessários. “Esse trabalho foi concluído na reunião geral em 17 de junho do grupo [de trabalho], oportunidade na qual foi aprovada a programação de testes”, explica o ministério por meio de uma nota encaminhada por sua assessoria de imprensa.
Serão quase 50 testes a serem conduzidos por diferentes fabricantes e em localidades distintas.
Abastecimento
Além de uma definição mais clara do que será feito ao longo dos próximos meses, também vem sendo trabalhado o como. Especialmente como será fornecido o biodiesel a ser usado e como todo o trabalho será custeado.
Segundo o ministério, a validação do B10 consumirá aproximadamente 600 mil litros de combustível em diferentes graus de mistura. É uma operação cheia de particularidades e que não cabem na operação diária das distribuidoras – o que impede o GT de simplesmente ir a um posto qualquer para fazer suas compras. “Serão vários tipos de combustível com características diferentes, necessidades de envasamento e transporte especial em pequenas quantidades nos distintos locais de realização dos testes”, explica o ministério em seu e-mail.
No momento, o GT já tem cerca de dois mil litros de misturas formuladas em estoque para começar a primeira rodada de testes que vai avaliar se o próprio combustível se manterá estável durante todo o processo logístico necessário para sua entrega. “Os demais testes, com volumes maiores, serão iniciados após a finalização da questão do fornecimento do combustível”, finaliza a nota do ministério.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O trabalho que vai abrir caminho para que os novos aumentos da mistura obrigatória cheguem já está em andamento. Segundo BiodieselBR.com confirmou com o Ministério de Minas e Energia (MME), os primeiros testes concebidos para validar se os motores diesel usados no Brasil podem – ou não – rodar com misturas maiores do que B7 estavam previstos para começar na semana entre os dias 29 de agosto e 02 de setembro.
A Lei 13.263/2016 estipula que sejam feitas duas rodadas de testes: a primeira delas tem que ser completada até março que vem e vai atestar a segurança do uso do B10; a segunda vai se prolongar até março de 2019 e pode vir a liberar a adição de até 15% de biodiesel ao óleo diesel mineral.
Para operacionalizar a realização desses testes, em junho passado, o MME editou uma portaria oficializando a criação de um Grupo de Trabalho (GT) que reúne governo, agências reguladoras, órgãos ambientais e representantes dos fabricantes de biocombustíveis e de autopeças. De forma não oficial, o grupo já vinha atuando desde o final de 2015 para definir quais seriam os testes necessários. “Esse trabalho foi concluído na reunião geral em 17 de junho do grupo [de trabalho], oportunidade na qual foi aprovada a programação de testes”, explica o ministério por meio de uma nota encaminhada por sua assessoria de imprensa.
Serão quase 50 testes a serem conduzidos por diferentes fabricantes e em localidades distintas.
Abastecimento
Além de uma definição mais clara do que será feito ao longo dos próximos meses, também vem sendo trabalhado o como. Especialmente como será fornecido o biodiesel a ser usado e como todo o trabalho será custeado.
Segundo o ministério, a validação do B10 consumirá aproximadamente 600 mil litros de combustível em diferentes graus de mistura. É uma operação cheia de particularidades e que não cabem na operação diária das distribuidoras – o que impede o GT de simplesmente ir a um posto qualquer para fazer suas compras. “Serão vários tipos de combustível com características diferentes, necessidades de envasamento e transporte especial em pequenas quantidades nos distintos locais de realização dos testes”, explica o ministério em seu e-mail.
No momento, o GT já tem cerca de dois mil litros de misturas formuladas em estoque para começar a primeira rodada de testes que vai avaliar se o próprio combustível se manterá estável durante todo o processo logístico necessário para sua entrega. “Os demais testes, com volumes maiores, serão iniciados após a finalização da questão do fornecimento do combustível”, finaliza a nota do ministério.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com