O Centro de Pesquisa Conjunto (JRC) da Comissão Europeia – organismo responsável por dar assessoria científica em processos de decisão que afetam toda a União Europeia – lançou na semana passada dois novos materiais de referências para o biodiesel. Os materiais podem ser usados por laboratórios para determinar de forma acurada a qualidade do biocombustível.
O Centro de Pesquisa Conjunto (JRC) da Comissão Europeia – organismo responsável por dar assessoria científica em processos de decisão que afetam toda a União Europeia – lançou na semana passada dois novos materiais de referências para o biodiesel. Os materiais podem ser usados por laboratórios para determinar de forma acurada a qualidade do biocombustível.
Ambos os lançamentos dizem respeito à performance do biocombustível em baixas temperaturas. Eles ajudaram a estabelecer as temperaturas em que ocorrem o ponto de névoa e o ponto de entupimento do filtro a frio. Trocando em miúdos: essas duas características determinam o quanto deve ficar frio antes do biodiesel começar a apresentar primeiros sinais de congelamento (ponto de névoa) e ele cristalize o bastante para entupir os filtros de combustíveis (ponto de entupimento) parando o motor.
Essa são características fundamentais em países de clima mais frio como os do bloco europeu.
O desenvolvimento dos novos materiais de referência envolveu um trabalho conjunto de 11 laboratórios espalhados por 9 países-membros da UE que organizaram o conhecimento sobre os níveis considerados seguros para ambas as características.
Usinas e laboratórios interessados nos materiais podem encomendá-lo pelo website do JRC.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O Centro de Pesquisa Conjunto (JRC) da Comissão Europeia – organismo responsável por dar assessoria científica em processos de decisão que afetam toda a União Europeia – lançou na semana passada dois novos materiais de referências para o biodiesel. Os materiais podem ser usados por laboratórios para determinar de forma acurada a qualidade do biocombustível.
Ambos os lançamentos dizem respeito à performance do biocombustível em baixas temperaturas. Eles ajudaram a estabelecer as temperaturas em que ocorrem o ponto de névoa e o ponto de entupimento do filtro a frio. Trocando em miúdos: essas duas características determinam o quanto deve ficar frio antes do biodiesel começar a apresentar primeiros sinais de congelamento (ponto de névoa) e ele cristalize o bastante para entupir os filtros de combustíveis (ponto de entupimento) parando o motor.
Essa são características fundamentais em países de clima mais frio como os do bloco europeu.
O desenvolvimento dos novos materiais de referência envolveu um trabalho conjunto de 11 laboratórios espalhados por 9 países-membros da UE que organizaram o conhecimento sobre os níveis considerados seguros para ambas as características.
Usinas e laboratórios interessados nos materiais podem encomendá-lo pelo website do JRC.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com