Parece que foi só um susto. Depois da não conformidade do diesel voltar a cruzar a barreira dos 3 pontos percentuais em outubro – ficando em 3,1% – a qualidade do diesel consumido pelos brasileiros voltou a dar sinais de melhora em novembro. Dados divulgados nessa segunda-feira (18) pela ANP mostram que o indicador ficou em 2,7% durante o mês passado.
Parece que foi só um susto. Depois da não conformidade do diesel voltar a cruzar a barreira dos 3 pontos percentuais em outubro – ficando em 3,1% – a qualidade do diesel consumido pelos brasileiros voltou a dar sinais de melhora em novembro. Dados divulgados nessa segunda-feira (18) pela ANP mostram que o indicador ficou em 2,7% durante o mês passado.
Isso ameniza – pelo menos por enquanto – a preocupação que a qualidade do diesel possa dar uma guinada para pior. Este ano não foi dos mais favoráveis. Em abril passado, logo na sequência da adoção do B8, tivemos um resultado particularmente negativo com 6,6% das amostras coletadas pelo Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da ANP reprovados em um ou mais critérios.
Esse foi o pior valor para o indicador desde a adoção do B5 em 2010. Naquela época, a não conformidade chegou passou dos 5,2% alimentando uma polêmica entre distribuidores, varejistas e fabricantes de biocombustíveis que acabou levando a ANP a intervir no sentido de endurecer a especificação do biodiesel no Brasil.
Depois desse pico, no entanto, as coisas foram retornando à normalidade rapidamente com melhoras mensais. Mesmo assim, a média para 2017 está acima de 3,5% bem próxima aos 3,6% de não conformidade que haviam sido registrados em 2010.
O teor de biodiesel se manteve como o principal problema de qualidade do biodiesel. Das amostras reprovadas pelos laboratórios filiados ao PMQC, 62% ficaram acima ou abaixo do B8.
Estados
Ato todo 2.787 amostras que foram coletadas no mês passado, das quais 77 foram reprovadas. Em termos de quantidade, houve um aumento de 5,2% – 135 – no número de amostras.
A maior parte desse aumento diz respeito ao retorno do monitoramento na Bahia. Em setembro o estado nordestino teve um hiato no serviço de coleta de amostras que retornaram, com ritmo reduzido, em outubro. O trabalho parece estar voltando a se normalizar agora. Junto com Paraná e Paraíba, a Bahia foi, aliás, um dos19 estados monitorados pelo PMQC que atingiu score perfeito com 0% de não conformidade.
O pior resultado foi do Acre onde praticamente 9,9% das amostras coletadas apresentou algum tipo de problema.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Parece que foi só um susto. Depois da não conformidade do diesel voltar a cruzar a barreira dos 3 pontos percentuais em outubro – ficando em 3,1% – a qualidade do diesel consumido pelos brasileiros voltou a dar sinais de melhora em novembro. Dados divulgados nessa segunda-feira (18) pela ANP mostram que o indicador ficou em 2,7% durante o mês passado.
Isso ameniza – pelo menos por enquanto – a preocupação que a qualidade do diesel possa dar uma guinada para pior. Este ano não foi dos mais favoráveis. Em abril passado, logo na sequência da adoção do B8, tivemos um resultado particularmente negativo com 6,6% das amostras coletadas pelo Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da ANP reprovados em um ou mais critérios.
Esse foi o pior valor para o indicador desde a adoção do B5 em 2010. Naquela época, a não conformidade chegou passou dos 5,2% alimentando uma polêmica entre distribuidores, varejistas e fabricantes de biocombustíveis que acabou levando a ANP a intervir no sentido de endurecer a especificação do biodiesel no Brasil.
Depois desse pico, no entanto, as coisas foram retornando à normalidade rapidamente com melhoras mensais. Mesmo assim, a média para 2017 está acima de 3,5% bem próxima aos 3,6% de não conformidade que haviam sido registrados em 2010.
O teor de biodiesel se manteve como o principal problema de qualidade do biodiesel. Das amostras reprovadas pelos laboratórios filiados ao PMQC, 62% ficaram acima ou abaixo do B8.
Estados
Ato todo 2.787 amostras que foram coletadas no mês passado, das quais 77 foram reprovadas. Em termos de quantidade, houve um aumento de 5,2% – 135 – no número de amostras.
A maior parte desse aumento diz respeito ao retorno do monitoramento na Bahia. Em setembro o estado nordestino teve um hiato no serviço de coleta de amostras que retornaram, com ritmo reduzido, em outubro. O trabalho parece estar voltando a se normalizar agora. Junto com Paraná e Paraíba, a Bahia foi, aliás, um dos19 estados monitorados pelo PMQC que atingiu score perfeito com 0% de não conformidade.
O pior resultado foi do Acre onde praticamente 9,9% das amostras coletadas apresentou algum tipo de problema.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com