
A nova especificação do biodiesel brasileiro pode estar perto de ser conhecida. O tema foi um dos assuntos debatidos durante a reunião da Diretoria da ANP, que aconteceu na tarde desta quarta-feira (13), na sede da agência reguladora no Rio de Janeiro.
A nova especificação do biodiesel brasileiro pode estar perto de ser conhecida. O tema foi um dos assuntos debatidos durante a reunião da Diretoria da ANP, que aconteceu na tarde da última quarta-feira (13), na sede da agência reguladora no Rio de Janeiro.
No começo de junho, a ANP abriu processo de consulta para definir a substituta da Resolução 14/2012.
Entre as mudanças mais esperadas da nova especificação está a flexibilização no parâmetro teor de água. Desde o começo do ano, o biodiesel fabricado no país só pode ter 200 partes por milhão de água – o equivalente a 200 mililitros em cada metro cúbico de biodiesel. Nesse aspecto, a especificação brasileira é a mais rigorosa do mundo, o que tem desagradado tanto fabricantes quanto distribuidoras que reclamam das dificuldades – e custos – para manter o produto dentro da especificação.
Conforme BiodieselBR.com adiantou, embora a ANP pretenda manter os 200 ppm inalterados, a agência estuda criar uma margem de tolerância de 50 ppm a mais para as usinas e de 100 ppm a mais para as distribuidoras. Com isso, teto do parâmetro passariam a ser de 350 ppm.
O relator da medida foi o diretor Helder Queiroz que tem a chefia da Superintendência de Biodiesel e de Qualidade de Produtos entre suas atribuições.
Fábio Rodrigues – BiodiselBR.com
A nova especificação do biodiesel brasileiro pode estar perto de ser conhecida. O tema foi um dos assuntos debatidos durante a reunião da Diretoria da ANP, que aconteceu na tarde da última quarta-feira (13), na sede da agência reguladora no Rio de Janeiro.
No começo de junho, a ANP abriu processo de consulta para definir a substituta da Resolução 14/2012.
Entre as mudanças mais esperadas da nova especificação está a flexibilização no parâmetro teor de água. Desde o começo do ano, o biodiesel fabricado no país só pode ter 200 partes por milhão de água – o equivalente a 200 mililitros em cada metro cúbico de biodiesel. Nesse aspecto, a especificação brasileira é a mais rigorosa do mundo, o que tem desagradado tanto fabricantes quanto distribuidoras que reclamam das dificuldades – e custos – para manter o produto dentro da especificação.
Conforme BiodieselBR.com adiantou, embora a ANP pretenda manter os 200 ppm inalterados, a agência estuda criar uma margem de tolerância de 50 ppm a mais para as usinas e de 100 ppm a mais para as distribuidoras. Com isso, teto do parâmetro passariam a ser de 350 ppm.
O relator da medida foi o diretor Helder Queiroz que tem a chefia da Superintendência de Biodiesel e de Qualidade de Produtos entre suas atribuições.
Fábio Rodrigues – BiodiselBR.com