Apesar da piora nos indicadores de qualidade do diesel, situação parece estar se encaminhando para a normalidade.
Certamente não foi bom, mas até que poderia ter sido pior. De acordo com dados recolhidos pelo Programa de Monitoramento da Qualidade de Combustível (PMQC) da ANP, o índice médio de não conformidade do óleo diesel consumido pelos brasileiros ao longo de 2017 ficou em 3,4%.
Certamente não foi bom, mas até que poderia ter sido pior. De acordo com dados recolhidos pelo Programa de Monitoramento da Qualidade de Combustível (PMQC) da ANP, o índice médio de não conformidade do óleo diesel consumido pelos brasileiros ao longo de 2017 ficou em 3,4%.
Embora o resultado seja consideravelmente pior que os 2,9% de 2016, ele ainda está em linha com os valores obtidos em registrado em 2015 quando os efeitos da chegada do B7 em novembro de 2014 puderam plenamente sentidos. No fim, 2017 parece ter tido o comportamento típico de um ano com aumento de mistura.
Pico
Apesar de um pico de não conformidade no último trimestre de 2016, a qualidade do diesel iniciou o ano passado em patamares relativamente moderados com os números até apontando para baixo ao longo do primeiro trimestre desse ano.
Isso durou até abril quando o indicador de um repentino salto para pior atingindo a preocupante marca de 6,7% – nível mensal mais elevado desde março de 2010 quando a chegada do B5 deflagrou uma crise que deixou fabricantes de biodiesel, distribuidoras e revendedores se estranhando durante alguns meses.
Depois do susto em abril, no entanto, a situação foi voltando ao controle com melhorias mais ou menos consistentes. Em dezembro, o índice ficou cravado em 2%, o melhor resultado do ano todo. Das 2.691 amostras recolhidas no mês, 55 foram reprovadas.
Melhora no acompanhamento
Em 2017, a ANP avançou na recomposição da capacidade do PMQC de acompanhar o mercado. Ao todo foram coletadas 32,3 mil amostras de diesel no país inteiro das quais 1.109 foram consideradas não conformes pelos laboratórios contratados pela agência reguladora.
Em 2016, a coleta ficou em 18,7 mil amostras em função do encerramento dos contratos de diversos laboratórios que formavam a rede do PMQC.
Apesar da melhora considerável, o programa ainda está bem abaixo do nível médio de coleta mantido em anos anteriores. Entre 2010 e 2015, a média anual de amostras coletadas superava os 78,3 milhares.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Certamente não foi bom, mas até que poderia ter sido pior. De acordo com dados recolhidos pelo Programa de Monitoramento da Qualidade de Combustível (PMQC) da ANP, o índice médio de não conformidade do óleo diesel consumido pelos brasileiros ao longo de 2017 ficou em 3,4%.
Embora o resultado seja consideravelmente pior que os 2,9% de 2016, ele ainda está em linha com os valores obtidos em registrado em 2015 quando os efeitos da chegada do B7 em novembro de 2014 puderam plenamente sentidos. No fim, 2017 parece ter tido o comportamento típico de um ano com aumento de mistura.
Pico
Apesar de um pico de não conformidade no último trimestre de 2016, a qualidade do diesel iniciou o ano passado em patamares relativamente moderados com os números até apontando para baixo ao longo do primeiro trimestre desse ano.
Isso durou até abril quando o indicador de um repentino salto para pior atingindo a preocupante marca de 6,7% – nível mensal mais elevado desde março de 2010 quando a chegada do B5 deflagrou uma crise que deixou fabricantes de biodiesel, distribuidoras e revendedores se estranhando durante alguns meses.
Depois do susto em abril, no entanto, a situação foi voltando ao controle com melhorias mais ou menos consistentes. Em dezembro, o índice ficou cravado em 2%, o melhor resultado do ano todo. Das 2.691 amostras recolhidas no mês, 55 foram reprovadas.
Melhora no acompanhamento
Em 2017, a ANP avançou na recomposição da capacidade do PMQC de acompanhar o mercado. Ao todo foram coletadas 32,3 mil amostras de diesel no país inteiro das quais 1.109 foram consideradas não conformes pelos laboratórios contratados pela agência reguladora.
Em 2016, a coleta ficou em 18,7 mil amostras em função do encerramento dos contratos de diversos laboratórios que formavam a rede do PMQC.
Apesar da melhora considerável, o programa ainda está bem abaixo do nível médio de coleta mantido em anos anteriores. Entre 2010 e 2015, a média anual de amostras coletadas superava os 78,3 milhares.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com