Um grupo de pesquisa do Reino Unido está desenvolvendo um novo aditivo ambientalmente correto que pode atuar como antioxidante para aumentar a vida de prateleira do biodiesel. Assim como o biocombustível, esse novo produto é também derivado de biomassa.
Um grupo de pesquisa do Reino Unido está desenvolvendo um novo aditivo ambientalmente correto que pode atuar como antioxidante para aumentar a vida de prateleira do biodiesel. Assim como o biocombustível, esse novo produto é também derivado de biomassa.
Para chegar à descoberta, a equipe liderada pelo professor do Departamento de Química da Universidade de York, Moray Stark, trabalhou com lascas de madeira de um tipo de pinheiro. Eles submeteram a biomassa a um processo de pirólise rápida por meio de micro-ondas obtendo um composto fenólico que se mostrou tão efetivo em elevar a estabilidade oxidativa do biodiesel quando os aditivos sintéticos que são usando hoje em dia pelo mercado.
Oxidação
Feito a partir de óleos e gorduras de origem tanto animal quanto vegetal, o biodiesel é um composto relativamente vulnerável à oxidação. Quando isso acontece o biocombustível se torna mais ácido aumentando a corrosão do motor. Também há um aumento na formação de polímeros insolúveis no biocombustível que podem se acumular e entupir o sistema de injeção.
A atual especificação – expressa na Resolução ANP 45/2014 –, exige que o biodiesel fabricado resista a, pelo menos, 8 horas nas condições do teste Rancimat.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Um grupo de pesquisa do Reino Unido está desenvolvendo um novo aditivo ambientalmente correto que pode atuar como antioxidante para aumentar a vida de prateleira do biodiesel. Assim como o biocombustível, esse novo produto é também derivado de biomassa.
Para chegar à descoberta, a equipe liderada pelo professor do Departamento de Química da Universidade de York, Moray Stark, trabalhou com lascas de madeira de um tipo de pinheiro. Eles submeteram a biomassa a um processo de pirólise rápida por meio de micro-ondas obtendo um composto fenólico que se mostrou tão efetivo em elevar a estabilidade oxidativa do biodiesel quando os aditivos sintéticos que são usando hoje em dia pelo mercado.
Oxidação
Feito a partir de óleos e gorduras de origem tanto animal quanto vegetal, o biodiesel é um composto relativamente vulnerável à oxidação. Quando isso acontece o biocombustível se torna mais ácido aumentando a corrosão do motor. Também há um aumento na formação de polímeros insolúveis no biocombustível que podem se acumular e entupir o sistema de injeção.
A atual especificação – expressa na Resolução ANP 45/2014 –, exige que o biodiesel fabricado resista a, pelo menos, 8 horas nas condições do teste Rancimat.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com