O Depatamento de Energia dos EUA formou um consórcio de laboratórios para agilisar o desenvolvimento de catalisadores voltados à bioenergia e química verde.
O governo dos Estados Unidos está redobrando sua aposta no futuro da bioenergia e da química verde. Por meio do Escritório de Tecnologias em Bioenergia (Beto, na sigla em inglês) – órgão ligado do Departamento de Energia –, será formada um consórcio de laboratórios com a finalidade explicita de desenvolver catalisadores capazes de converter biomassa em novos produtos.
O governo dos Estados Unidos está redobrando sua aposta no futuro da bioenergia e da química verde. Por meio do Escritório de Tecnologias em Bioenergia (Beto, na sigla em inglês) – órgão ligado do Departamento de Energia –, será formada um consórcio de laboratórios com a finalidade explicita de desenvolver catalisadores capazes de converter biomassa em novos produtos.
Batizada como Consórcio de Catalisadores Químicos para Bioenergia (ChemCatBio), a rede será formada por sete laboratórios nacionais do Departamento de Energia e vai trabalhar para identificar novos materiais. A meta é desenvolver tecnologias capazes de baixar os preços pela metade e dobrar a velocidade de produção de processos químicos ligados à produção de bioenergia.
Os catalisadores são substâncias que aceleram a velocidade de reações químicas. Sem eles, muitas industrias teriam dificuldades em atingir escalas comerciais de produção. Enquanto, em outras áreas a tecnologia, já está bem consolidada, há desafios importantes na conversão de biomassa – como o teor de oxigênio, umidade e acidez – que dificultam o estabelecimento da chamada química verde.
Sem superá-los não será possível abrir mão totalmente da petroquímica por alternativas mais sustentáveis.
A nova rede mapear as competências e pesquisas nessa área que já existe dentro dos laboratórios do Departamento de Energia e criar mecanismos para que os pesquisadores possam compartilhar informações de dados de forma mais eficaz. A interlocução com a indústria também será facilitada de forma a estabelecer pontes que permitam acelerar a chegada de novos catalisadores até o mercado.
Embora o trabalho esteja apenas em fase preliminar, a ChemCatBio já obteve seus primeiros sucessos ao integrar metodologias de modelamento computacional, capacidades de síntese e de caracterização materiais que antes não se conversavam. No futuro, o grupo deve implantar uma nova unidade demonstrativa que vai apoiar futuras atividades de pesquisa e desenvolvimento.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O governo dos Estados Unidos está redobrando sua aposta no futuro da bioenergia e da química verde. Por meio do Escritório de Tecnologias em Bioenergia (Beto, na sigla em inglês) – órgão ligado do Departamento de Energia –, será formada um consórcio de laboratórios com a finalidade explicita de desenvolver catalisadores capazes de converter biomassa em novos produtos.
Batizada como Consórcio de Catalisadores Químicos para Bioenergia (ChemCatBio), a rede será formada por sete laboratórios nacionais do Departamento de Energia e vai trabalhar para identificar novos materiais. A meta é desenvolver tecnologias capazes de baixar os preços pela metade e dobrar a velocidade de produção de processos químicos ligados à produção de bioenergia.
Os catalisadores são substâncias que aceleram a velocidade de reações químicas. Sem eles, muitas industrias teriam dificuldades em atingir escalas comerciais de produção. Enquanto, em outras áreas a tecnologia, já está bem consolidada, há desafios importantes na conversão de biomassa – como o teor de oxigênio, umidade e acidez – que dificultam o estabelecimento da chamada química verde.
Sem superá-los não será possível abrir mão totalmente da petroquímica por alternativas mais sustentáveis.
A nova rede mapear as competências e pesquisas nessa área que já existe dentro dos laboratórios do Departamento de Energia e criar mecanismos para que os pesquisadores possam compartilhar informações de dados de forma mais eficaz. A interlocução com a indústria também será facilitada de forma a estabelecer pontes que permitam acelerar a chegada de novos catalisadores até o mercado.
Embora o trabalho esteja apenas em fase preliminar, a ChemCatBio já obteve seus primeiros sucessos ao integrar metodologias de modelamento computacional, capacidades de síntese e de caracterização materiais que antes não se conversavam. No futuro, o grupo deve implantar uma nova unidade demonstrativa que vai apoiar futuras atividades de pesquisa e desenvolvimento.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com