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Soja ampliou participação na produção de biodiesel em maio

ParticipacaoSoja 030714A ANP publicou nessa quinta (03) os números das matérias-primas usadas pela indústria do biodiesel ao longo do mês de maio.
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O óleo de soja continua aumentando sua participação na produção brasileira de biodiesel.

Os resultados publicados hoje (03) na edição de junho do Boletim Mensal do Biodiesel.

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O óleo de soja continua aumentando sua participação na produção brasileira de biodiesel. Em maio, ele correspondeu a pouco menos de 78,1% das matérias-primas usadas pela indústria, segundo os resultados publicados hoje (03) na edição de junho do Boletim Mensal do Biodiesel.

Considerando os números da produção de biodiesel divulgados pela ANP também nessa quinta-feira. A indústria de biodiesel absorveu 189,3 milhões de litros de óleo de soja ao longo do mês de maio.

O aumento do óleo de soja em maio foi de 2,1 pontos percentuais em relação a abril – um avanço similar ao registrado entre os meses de março e abril. Esse movimento de alta entrou em seu quinto mês consecutivo.

O percentual de participação da soja em maio no mix de matérias-primas é muito próximo ao registrado no mesmo período do ano passado, quando a oleaginosa cravou uma contribuição de 78,4%.

Se continuar com sua trajetória ascendente, é bem possível que, em junho, a matéria-prima alcance – ou até mesmo, supere – a faixa dos 80%, como ocorreu em 2013.   

Já o sebo bovino segue em direção contrária. Em maio, o principal resíduo da indústria frigorífica viu novamente a sua participação cair de 19,68% para 17,74% – queda de 1,94 pontos percentuais. Foram fabricados 43 milhões de litros de biodiesel de sebo no período.

Surpresa
Mas a grande surpresa desse boletim é o inesperado terceiro lugar conquistado pela gordura de frango. Embora a matéria-prima costume aparecer na lista da ANP – esse ano ela pontuou todos os meses –, quase sempre sua participação fica na segunda casa decimal. 

Contudo, de abril para maio, a participação da gordura de frango praticamente decuplicou saltando de 0,22% para 2,07%.
 
Já o óleo de algodão, tradicional terceiro colocado no ranking, acabou sendo desbancado de sua posição. O recuo foi tão acentuado que ele acabou sendo deslocado para a quinta colocação, atrás da categoria “outros materiais graxos”, que no intervalo entre meses também assistiu sua participação cair – 1 ponto percentual.

O óleo de palma, que tinha ressurgido no levantamento da ANP em abril –  ainda que com uma contribuição simbólica de 0,01% –, em maio, não chegou sequer a ser relacionado.

Cátia Franco – BiodieselBR.com 
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