Pelo quarto mês seguido, a participação do óleo de soja no míx de matérias-primas da indústria do biodiesel apresentou elevação.A edição de maio do Boletim Mensal do Biodiesel divulgado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), mostra que o óleo de soja continua aumentando sua participação no mix de matérias-primas da indústria do biodiesel. Segundo os dados da ANP, essa alta entrou em seu quarto mês consecutivo.
Com mais esse resultado, o óleo de soja parece estar no caminho seguro para retomar a participação que havia perdido no ano passado quando teve sua menor participação anual na produção da indústria do PNPB.

A edição de maio do Boletim Mensal do Biodiesel divulgado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), mostra que o óleo de soja continua aumentando sua participação no mix de matérias-primas da indústria do biodiesel. Segundo os dados da ANP, essa alta entrou em seu quarto mês consecutivo.
Com mais esse resultado, o óleo de soja parece estar no caminho seguro para retomar a participação que havia perdido no ano passado quando teve sua menor participação anual na produção da indústria.
Em abril (os boletins da ANP refletem os dados do mês anterior), o óleo de soja respondeu por quase 76% das matérias-primas usadas pela indústria -- um avanço de 2,06 pontos percentuais em relação a março.
Com base em dados preliminares sobre a produção de biodiesel em abril, é possível estimar que a indústria do biodiesel tenham consumido pouco mais de 181 milhões de litros de óleo de soja no mês. Os números, contudo, ainda são parciais.
Escorregão
O sebo viu sua participação despencar 1,53 pontos percentual de março para abril. Em abril, a segunda matéria-prima mais usada pela indústria teve uma contribuição de 19,68, em março havia sido de 21,21%.
Por essa conta, teriam sido produzidos 46,9 milhões de litros de biodiesel de sebo em abril.
O óleo de algodão também computou um recuo significativo em abril, que o fez perder sua tradicional colocação no ranking das matérias-primas mais utilizadas pela indústria.
Registrando uma participação bastante modesta – de pouco mais de um ponto percentual –, o óleo de algodão foi superado pela categoria “outros materiais graxos”, que, ao abocanhar 1,75% do mercado, foi alçado à condição de terceira matéria-prima mais usada na produção de biodiesel em abril [ver gráfico].
O que chama a atenção é a alta no uso dessa matéria-prima na Região Norte. Em abril, os materiais graxos representaram quase 40,6% do biodiesel fabricado lá.
O óleo de cozinha, que, em março, havia registrado um leve incremento de uso, voltou a cair. Em abril, sua participação no mix foi de apenas 0,54%.
O óleo de palma voltou a aparecer boletim da ANP. Contudo, registrando uma contribuição pífia – de 0,01% –, o que mostra que o seu potencial como matéria-prima para a produção de biodiesel no Brasil ainda se encontra bastante limitado.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com mais esse resultado, o óleo de soja parece estar no caminho seguro para retomar a participação que havia perdido no ano passado quando teve sua menor participação anual na produção da indústria do PNPB.

A edição de maio do Boletim Mensal do Biodiesel divulgado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), mostra que o óleo de soja continua aumentando sua participação no mix de matérias-primas da indústria do biodiesel. Segundo os dados da ANP, essa alta entrou em seu quarto mês consecutivo.
Com mais esse resultado, o óleo de soja parece estar no caminho seguro para retomar a participação que havia perdido no ano passado quando teve sua menor participação anual na produção da indústria.
Em abril (os boletins da ANP refletem os dados do mês anterior), o óleo de soja respondeu por quase 76% das matérias-primas usadas pela indústria -- um avanço de 2,06 pontos percentuais em relação a março.
Com base em dados preliminares sobre a produção de biodiesel em abril, é possível estimar que a indústria do biodiesel tenham consumido pouco mais de 181 milhões de litros de óleo de soja no mês. Os números, contudo, ainda são parciais.
Escorregão
O sebo viu sua participação despencar 1,53 pontos percentual de março para abril. Em abril, a segunda matéria-prima mais usada pela indústria teve uma contribuição de 19,68, em março havia sido de 21,21%.
Por essa conta, teriam sido produzidos 46,9 milhões de litros de biodiesel de sebo em abril.
O óleo de algodão também computou um recuo significativo em abril, que o fez perder sua tradicional colocação no ranking das matérias-primas mais utilizadas pela indústria.
Registrando uma participação bastante modesta – de pouco mais de um ponto percentual –, o óleo de algodão foi superado pela categoria “outros materiais graxos”, que, ao abocanhar 1,75% do mercado, foi alçado à condição de terceira matéria-prima mais usada na produção de biodiesel em abril [ver gráfico].
O que chama a atenção é a alta no uso dessa matéria-prima na Região Norte. Em abril, os materiais graxos representaram quase 40,6% do biodiesel fabricado lá.
O óleo de cozinha, que, em março, havia registrado um leve incremento de uso, voltou a cair. Em abril, sua participação no mix foi de apenas 0,54%.
O óleo de palma voltou a aparecer boletim da ANP. Contudo, registrando uma contribuição pífia – de 0,01% –, o que mostra que o seu potencial como matéria-prima para a produção de biodiesel no Brasil ainda se encontra bastante limitado.
Cátia Franco – BiodieselBR.com