Dados do Boletim Mensal do Biodiesel divulgado pela (ANP) mostram uma forte recuperação no uso do sebo bovino que tomou espaço do óleo de soja.Com a soja entrando no período de entressafra, o sebo bovino encontra mais espaço para expandir sua participação no mix de matérias-primas do biodiesel. Esse movimento pode ser constatado no novo Boletim Mensal do Biodiesel, divulgado nessa sexta-feira (03) já bem tarde da noite (depois das 19h45) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Com a soja entrando no período de entressafra, o sebo bovino encontra mais espaço para expandir sua participação no mix de matérias-primas do biodiesel. Esse movimento pode ser constatado no novo Boletim Mensal do Biodiesel, divulgado nessa sexta-feira (03) já bem tarde da noite (depois das 19h45) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Em agosto, o óleo de soja viu sua participação na produção brasileira de biodiesel encolher um pouco menos de 2,3% em relação ao mês anterior. Essa é a segunda queda consecutiva da matéria-prima no mix.
Em agosto, as usinas absorveram 235 milhões de litros de óleo de soja, o que demandou o esmagamento de 1,1 milhão de toneladas de grão.
Já o sebo deu uma bela arrancada, saltando de 15,6% para quase 20% em agosto – um crescimento de mais de 4,3% no intervalo de um mês. Mais de 62,8 milhões de litros do biocombustível foram feitos a partir dessa matéria-prima. Quase metade desse volume foi produzido por usinas da Região Sudeste, onde o uso do principal resíduo da indústria frigorífica na fabricação de biodiesel fica em pouco mais de 49%.
Essa retomada marca um ponto de inflexão na trajetória descendente do sebo bovino que vinha se mantendo constante. Desde janeiro a participação do sebo vem caindo mês a mês.
Retomada
O óleo de algodão – que, em julho, foi desbancado da sua tradicional colocação no ranking pela gordura de frango – voltou em agosto a assumir a terceira posição, registrando uma participação expressiva, de 3,4%. Foram 10,8 milhões de litros.
Quanto ao gordura de frango, que viveu um inesperado boom em julho ao corresponder por quase 4% das matérias-primas usadas pela indústria voltou a despencar. Em agosto, a matéria-prima computou um desempenho pífio de 0,01% – alinhado com as médias que essa matéria-prima têm historicamente.
À exceção do óleo de soja, do sebo e do óleo de algodão, nenhuma das outras matérias-primas que tiveram seu uso convencionado pela indústria de biodiesel não conseguiu nem se aproximar da barreira do 1%. Juntos, os materiais graxos, o óleo de fritura, as gorduras suína e de frango somaram uma participação no mix de apenas 1,61%.
Cátia Franco – BiodieselBR.com

Com a soja entrando no período de entressafra, o sebo bovino encontra mais espaço para expandir sua participação no mix de matérias-primas do biodiesel. Esse movimento pode ser constatado no novo Boletim Mensal do Biodiesel, divulgado nessa sexta-feira (03) já bem tarde da noite (depois das 19h45) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Em agosto, o óleo de soja viu sua participação na produção brasileira de biodiesel encolher um pouco menos de 2,3% em relação ao mês anterior. Essa é a segunda queda consecutiva da matéria-prima no mix.
Em agosto, as usinas absorveram 235 milhões de litros de óleo de soja, o que demandou o esmagamento de 1,1 milhão de toneladas de grão.
Já o sebo deu uma bela arrancada, saltando de 15,6% para quase 20% em agosto – um crescimento de mais de 4,3% no intervalo de um mês. Mais de 62,8 milhões de litros do biocombustível foram feitos a partir dessa matéria-prima. Quase metade desse volume foi produzido por usinas da Região Sudeste, onde o uso do principal resíduo da indústria frigorífica na fabricação de biodiesel fica em pouco mais de 49%.
Essa retomada marca um ponto de inflexão na trajetória descendente do sebo bovino que vinha se mantendo constante. Desde janeiro a participação do sebo vem caindo mês a mês.
Retomada
O óleo de algodão – que, em julho, foi desbancado da sua tradicional colocação no ranking pela gordura de frango – voltou em agosto a assumir a terceira posição, registrando uma participação expressiva, de 3,4%. Foram 10,8 milhões de litros.
Quanto ao gordura de frango, que viveu um inesperado boom em julho ao corresponder por quase 4% das matérias-primas usadas pela indústria voltou a despencar. Em agosto, a matéria-prima computou um desempenho pífio de 0,01% – alinhado com as médias que essa matéria-prima têm historicamente.
À exceção do óleo de soja, do sebo e do óleo de algodão, nenhuma das outras matérias-primas que tiveram seu uso convencionado pela indústria de biodiesel não conseguiu nem se aproximar da barreira do 1%. Juntos, os materiais graxos, o óleo de fritura, as gorduras suína e de frango somaram uma participação no mix de apenas 1,61%.
Cátia Franco – BiodieselBR.com