Apesar da quebra da safra 2021/22, o volume de soja esmagada este ano deverá atingir 48 milhões de toneladas
Nem a quebra da safra de soja na temporada 2021/22 e nem o corte da mistura de biodiesel deverão afetar a atividade da indústria nacional de esmagamento. De acordo com a atualização mais recente dos números do setor que foram publicadas hoje (28) pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), as esmagadoras deverão processar aproximadamente 48 milhões de toneladas de soja ao longo deste ano colocando 9,7 milhões de toneladas de óleo e 36,7 milhões de toneladas de farelo no mercado.
Esse volume é cerca de 0,5% maior do que o foi registrado no ano passado.
Embora não seja um crescimento dos mais vistosos, ele representa o maior percentual da safra brasileira processadas internamente desde a temporada 2015/16. Cerca de 38,3% da colheita prevista para este ano vai ficar no mercado interno.
Nem a quebra da safra de soja na temporada 2021/22 e nem o corte da mistura de biodiesel deverão afetar a atividade da indústria nacional de esmagamento. De acordo com a atualização mais recente dos números do setor que foram publicadas hoje (28) pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), as esmagadoras deverão processar aproximadamente 48 milhões de toneladas de soja ao longo deste ano colocando 9,7 milhões de toneladas de óleo e 36,7 milhões de toneladas de farelo no mercado.
Esse volume é cerca de 0,5% maior do que o foi registrado no ano passado.
Embora não seja um crescimento dos mais vistosos, ele representa o maior percentual da safra brasileira processadas internamente desde a temporada 2015/16. Cerca de 38,3% da colheita prevista para este ano vai ficar no mercado interno.
Embora a quantidade de soja processada no Brasil venha crescendo de forma consistente ao longo das últimas duas décadas e meia, a produção dos sojicultores vem avançando de forma mais acelerada. Enquanto o volume processado avançou 123,5% de 1999 até agora, as colheitas do grão avançaram quase 300%.
Os números positivos para o esmagamento contrariam a quebra da safra de soja em função do clima adverso deste ano. Este ano, a colheita do principal produto do agronegócio brasileiro será de 125,3 segundo a Abiove – queda de 9,8% em relação ao resultado da safra anterior. As primeiras projeções da entidade para a colheita deste ano passavam de 144 milhões de toneladas.
A demanda internacional por derivados do grão e por farelo no mercado interno deverá sustentar a atividade dos esmagadores. Já o consumo de óleo de soja deverá cair cerca de 1,5% indo para 7,9 milhões de toneladas – mesmo patamar de 2019. A queda será causada pela redução do consumo pelo setor de biodiesel
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com