Levantamento da Scot Consultoria mostra que preços do sebo bovino voltaram a apontar para cima depois de 8 semanas de estabilidade.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, os preços do sebo bovino voltaram a apontar para cima na semana passada – período entre 16 e 20 de outubro – e encerraram um periodo de oito semanas de estabilidade.
Desde a quinta-feira passada (19), o preço do quilo do subproduto da atividade frigorífica passou a ser cotado a R$ 2,20 – alta de 2,3% sobre a cotação anterior de R$ 2,15 que vinha sendo praticado desde o começo de setembro. O valor é válido tanto para o mercado do Brasil Central quanto para o Rio Grande do Sul.
Esse é o maior preço para o produto desde o mês de março.
O sebo bovino entrou em 2017 num processo de queda consistente das cotações. No Brasil Central, os preços caíram praticamente 27% ao longo da primeira metade do ano. Saindo de R$ 2,60 em 01 de janeiro chegou a R$ 1,90 a partir de 21 de maio.
No caso do Rio Grande do Sul a queda foi mais suave ficando de 21%.
Os sinais de inverteram a partir de 06 de julho quando as cotações no Brasil Central apresentaram a primeira alta no ano. De lá para cá, os valores já recuperaram 15,8%.
Apesar da alta recente, as cotações ainda estão mais baixas do que há um ano atrás. No dia 21 de outubro passado, as cotações do sebo estavam em R$ 2,55, trata-se de uma contração de 13,7% em um ano.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Desde a quinta-feira passada (19), o preço do quilo do subproduto da atividade frigorífica passou a ser cotado a R$ 2,20 – alta de 2,3% sobre a cotação anterior de R$ 2,15 que vinha sendo praticado desde o começo de setembro. O valor é válido tanto para o mercado do Brasil Central quanto para o Rio Grande do Sul.
Esse é o maior preço para o produto desde o mês de março.
O sebo bovino entrou em 2017 num processo de queda consistente das cotações. No Brasil Central, os preços caíram praticamente 27% ao longo da primeira metade do ano. Saindo de R$ 2,60 em 01 de janeiro chegou a R$ 1,90 a partir de 21 de maio.
No caso do Rio Grande do Sul a queda foi mais suave ficando de 21%.
Os sinais de inverteram a partir de 06 de julho quando as cotações no Brasil Central apresentaram a primeira alta no ano. De lá para cá, os valores já recuperaram 15,8%.
Apesar da alta recente, as cotações ainda estão mais baixas do que há um ano atrás. No dia 21 de outubro passado, as cotações do sebo estavam em R$ 2,55, trata-se de uma contração de 13,7% em um ano.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com