Parceria entre empresas de Israel e da Itália demostrou um sistema mecanizado capaz de reduzir as perdas na colheita do oleaginosa
A falta de sistemas mecanizados para a colheita da mamona sempre foi um dos principais gargalos no caminho da maturidade comercial dessa cultura. Agora, uma parceria entre a fabricante de máquinas agrícolas de origem italiana Fantini e a companhia israelense de biotecnologia Evogene vem prometendo modificações significativas nessa situação.
A falta de sistemas mecanizados para a colheita da mamona sempre foi um dos principais gargalos no caminho da maturidade comercial dessa cultura. Agora, uma parceria entre a fabricante de máquinas agrícolas de origem italiana Fantini e a companhia israelense de biotecnologia Evogene vem prometendo modificações significativas nessa situação.
Na última segunda-feira (29), as duas companhias publicaram uma nota conjunta à imprensa anunciando que tiveram sucesso em uma série de testes de campo com um novo sistema que garante reduções significativas nas perdas verificadas durante o processo de colheita.
Segundo as duas companhias, as perdas ficam abaixo de 5% quando o sistema de colheita e combinado com as variedades de mamona desenvolvidas pela Evogene. Os resultados foram validados durante dois ciclos completas em 2017 e 2018. Nos próximos meses serão realizados novos testes em escala comercial na Argentina.
O óleo de mamona é usado como matéria-prima em diversas aplicações industriais como lubrificantes, tintas, cosméticos, plásticos, resinas entre outros. A expectativa é que o óleo de mamona movimente US$ 2,3 bilhões até 2041.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com