A SGB anunciou resultados positivos com um nova variedade híbrida de pinhão-manso. A empresa captou US$ 11 mi para expandir suas operações.
BiodieselBR.com ··2 min de leitura
Texto
Apesar de ter tido sua credibilidade arranhada, o pinhão-manso tem seus defensores mundo afora. Um deles é a norte-americana SGB que vem trabalhando desde 2006 na melhoria da espécie.
Essa paciência toda pode estar um pouco mais perto de render fruto: essa semana a empresa anunciou ter tido sucesso no desenvolvimento de uma nova variedade híbrida de pinhão-manso que soma ciclo rápido e alta produtividade.
Apesar de ter tido sua credibilidade arranhada, o pinhão-manso tem seus defensores mundo afora. Um deles é a norte-americana SGB que vem trabalhando desde 2006 na melhoria da espécie. Essa paciência toda pode estar um pouco mais perto de render fruto: essa semana a empresa anunciou ter tido sucesso no desenvolvimento de uma nova variedade híbrida de pinhão-manso que soma ciclo rápido e alta produtividade.
Segundo a empresa, testes de campo indicam que essa nova variedade pode produzir até 2.810 litros de óleo e 1485 quilos de proteína vegetal por hectare plantado. Em termos de biomassa produzida, cada hectare plantado chegaria a render 49,5 toneladas.
Além disso, a companhia informa ter conseguido reduzir para menos de dois anos o período necessário para que o pinhão-manso atinja maturidade produtiva. Normalmente, a planta só começa a produzir depois do 5º ano.
US$ 11 mi Essa não é a primeira vez que a empresa vem a público dizendo ter conseguido domesticar o pinhão-manso e torná-lo uma cultura viável comercialmente. O que sinaliza que dessa vez pode ser diferente é que investidores ligados à SGB concordados em aportar US$ 11 milhões (o equivalente a R$ 25,2 milhões pela cotação de hoje) num financiamento Série C.
No jargão do setor de capital de risco dos Estados Unidos. Um investimento série C é uma rodada de investimento adicional concedido a empresas que tenham conseguido comprovar seu potencial de mercado, mas que precisam expandir suas operações. O dinheiro será usado no desenvolvimento de parcerias comercias e no desenvolvimento de projeto de plantio na América Central, Índia e sudeste da Ásia.
“A produtividade de nossos híbridos é incrível e os investidores da SGB claramente reconhecem que há uma oportunidade significativa em ter a primeira oleaginosa de performance comprovada deste o desenvolvimento da canola nos anos 1970”, afirmou o presidente executivo da companhia, Arama Kukutai.
A empresa divulgou um relatório descrevendo os resultados de sua nova cultivar.