No final do ano passado os governos da Indonésia e Malásia anunciaram a intensão de formalizar um cartel internacional que desempenharia no mercado global de óleo de palma um papel similar ao que a Opep tem no petróleo. O grupo vai se chamar Conselho dos Países Produtores de Palma-de-Óleo (CPOPC, na sigla em inglês) e, segundo o coordenador do Ministério de Assuntos e Recursos Marítimos da Indonésia, Arief Havas Oegrosono, já há uma fila de países esperando abertura de inscrições.
No final do ano passado os governos da Indonésia e Malásia anunciaram a intensão de formalizar um cartel internacional que desempenharia no mercado global de óleo de palma um papel similar ao que a Opep tem no petróleo. O grupo vai se chamar Conselho dos Países Produtores de Palma-de-Óleo (CPOPC, na sigla em inglês) e, segundo o coordenador do Ministério de Assuntos e Recursos Marítimos da Indonésia, Arief Havas Oegrosono, já há uma fila de países esperando abertura de inscrições.
Oegrosono não adiantou quais seriam os países interessados em participar do grupo, mas informou que são grandes produtores de palma da Ásia, África e América Latina. Toda a movimentação é, por enquanto, apenas informal. Embora a Malásia e a Indonésia já tenham firmado um acordo que garante a criação da CPOPC, as regras de adesão ainda não foram formalizadas.
A tendência é que o grupo imponha a seus membros exigências em termos de área plantada, volume de produção e de exportação e a adoção de critérios de sustentabilidade. Segundo Oegrosono, uma das metas do novo grupo seria harmonizar os diferentes critérios de sustentabilidade que hoje existem sobre a produção de palma-de-óleo
O óleo de palma é um grande negócio. Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, ele foi a principal fonte de óleos vegetais do mundo com uma produção total de 72,7 milhões de toneladas na safra passada. A Indonésia e a Malásia são, respectivamente, o primeiro e o segundo maiores produtores de palma-de-óleo do mundo e controlas 85% da produção mundial.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
No final do ano passado os governos da Indonésia e Malásia anunciaram a intensão de formalizar um cartel internacional que desempenharia no mercado global de óleo de palma um papel similar ao que a Opep tem no petróleo. O grupo vai se chamar Conselho dos Países Produtores de Palma-de-Óleo (CPOPC, na sigla em inglês) e, segundo o coordenador do Ministério de Assuntos e Recursos Marítimos da Indonésia, Arief Havas Oegrosono, já há uma fila de países esperando abertura de inscrições.
Oegrosono não adiantou quais seriam os países interessados em participar do grupo, mas informou que são grandes produtores de palma da Ásia, África e América Latina. Toda a movimentação é, por enquanto, apenas informal. Embora a Malásia e a Indonésia já tenham firmado um acordo que garante a criação da CPOPC, as regras de adesão ainda não foram formalizadas.
A tendência é que o grupo imponha a seus membros exigências em termos de área plantada, volume de produção e de exportação e a adoção de critérios de sustentabilidade. Segundo Oegrosono, uma das metas do novo grupo seria harmonizar os diferentes critérios de sustentabilidade que hoje existem sobre a produção de palma-de-óleo
O óleo de palma é um grande negócio. Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, ele foi a principal fonte de óleos vegetais do mundo com uma produção total de 72,7 milhões de toneladas na safra passada. A Indonésia e a Malásia são, respectivamente, o primeiro e o segundo maiores produtores de palma-de-óleo do mundo e controlas 85% da produção mundial.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com