Fedepalma vê perda de interesse pelo biodiesel na Colômbia
Para a associação que reúne os produtores de palma da Colômbia, o governo do país tem pouco interesse em avançar no uso do biodiesel.
BiodieselBR.com ··2 min de leitura
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A Colômbia tem pouco interesse em ampliar o uso do biodiesel.
A afirmação é o presidente da Federação Nacional de Cultivadores e Palma-de-Óleo (Fedepalma), Jens Mesa, para quem “há sinais de que o governo não vai cumprir com as condições estabelecidas na atual normativa”.
A Colômbia tem pouco interesse em ampliar o uso do biodiesel. A afirmação é o presidente da Federação Nacional de Cultivadores e Palma-de-Óleo (Fedepalma), Jens Mesa, para quem “há sinais de que o governo não vai cumprir com as condições estabelecidas na atual normativa”.
Atualmente a Colômbia tem duas misturas obrigatórias: enquanto a maior parte do território colombiano usa B10; na capital e maior cidade do país, Bogotá, vale o B8. Também há uma isenção para a indústria de mineração. “Em ambos os casos se deveria incorporar 10% como no restante do país”, defendeu Mesa. Também falou sobre as incertezas que o descumprimento da regra causa ao mercado, recordando que o apoio do governo – que estruturou o programa colombiano de biocombustíveis há cerca de uma década – foi essencial para estruturar a produção.
Em 2011, o governo colombiano elevou a adição de biocombustíveis ao diesel convencional de 5% para os atuais 10%.
Recorde A produção de óleo de palma da Colômbia deverá bater seu recorde, de acordo com projeções da consultoria alemã Oil World. O principal motivo disso está no fato de que novas áreas plantadas com dendê há cerca de três anos estarem chegando à idade produtiva.
A produção colombiana de óleo de palma deverá ser de 1,15 milhões de toneladas este ano, alta de 10,5% sobre os 1,04 milhão de toneladas produzidas em 2013.
O país é o quarto maior produtor da commodity, atrás apenas da Indonésia, Malásia e Tailândia.