Os preços dos óleos vegetais se valorizaram impressionantes 8% entre os meses de janeiro e fevereiro e atingiram sua maior cotação média desde junho do ano passado. É o que mostra um novo levantamento publicado ontem (03) pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
Os preços dos óleos vegetais se valorizaram impressionantes 8% entre os meses de janeiro e fevereiro atingindo sua maior cotação média desde junho do ano passado. É o que mostra um novo levantamento publicado ontem (03) pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
Segundo o Índice FAO dos Preços dos Alimentos que acompanha as variações nas cotações globais de diversas commodities alimentares ao longo do tempo, os óleos vegetais mais importantes encerraram fevereiro valendo 150,3 pontos, um ganho de 11,2 pontos – 8% – sobre os resultados de janeiro.
Segundo o relatório que acompanha a nova edição do Índice FAO, a alta foi puxada pelo mercado de óleo de palma que se valorizou 13% graças à queda nos estoques do produto somada à perspectiva de uma produção mais fraca nos países do Sudeste Asiático em função do impacto do fenômeno El Niño.
Esse movimento do mercado, acabou afetando também outros mercados de óleo vegetal. O de soja, por exemplo, se firmou – apesar da boa produção de soja em grão nos Estados Unidos e América do Sul.
Histórico
Os preços dos óleos vegetais no mercado internacional vêm caindo desde fevereiro de 2011 quando essa classe de commodities atingiu a máxima histórica de 286,5 pontos. De lá para cá, as cotações vêm perdendo fôlego de forma mais ou menos constante.
Em setembro passado, contudo, o vetor se inverteu. Nesses últimos cinco meses, os preços já se valorizaram 12%.
Outros mercados
A forte alta nos óleos vegetais ajudou a compensar as quedas em três dos cinco mercados que compõem o Índice FAO. Entre janeiro e fevereiro foram registradas quedas nos mercados de açúcar (6,2%), cereais (0,6%) e laticínios (2,1%). Já as carnes se valorizaram levemente (0,7%).
Com isso, o Índice FAO geral fechou fevereiro praticamente estável em 150,2 pontos, meros 0,2 pontos acima de janeiro.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Os preços dos óleos vegetais se valorizaram impressionantes 8% entre os meses de janeiro e fevereiro atingindo sua maior cotação média desde junho do ano passado. É o que mostra um novo levantamento publicado ontem (03) pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
Segundo o Índice FAO dos Preços dos Alimentos que acompanha as variações nas cotações globais de diversas commodities alimentares ao longo do tempo, os óleos vegetais mais importantes encerraram fevereiro valendo 150,3 pontos, um ganho de 11,2 pontos – 8% – sobre os resultados de janeiro.
Segundo o relatório que acompanha a nova edição do Índice FAO, a alta foi puxada pelo mercado de óleo de palma que se valorizou 13% graças à queda nos estoques do produto somada à perspectiva de uma produção mais fraca nos países do Sudeste Asiático em função do impacto do fenômeno El Niño.
Esse movimento do mercado, acabou afetando também outros mercados de óleo vegetal. O de soja, por exemplo, se firmou – apesar da boa produção de soja em grão nos Estados Unidos e América do Sul.
Histórico
Os preços dos óleos vegetais no mercado internacional vêm caindo desde fevereiro de 2011 quando essa classe de commodities atingiu a máxima histórica de 286,5 pontos. De lá para cá, as cotações vêm perdendo fôlego de forma mais ou menos constante.
Em setembro passado, contudo, o vetor se inverteu. Nesses últimos cinco meses, os preços já se valorizaram 12%.
Outros mercados
A forte alta nos óleos vegetais ajudou a compensar as quedas em três dos cinco mercados que compõem o Índice FAO. Entre janeiro e fevereiro foram registradas quedas nos mercados de açúcar (6,2%), cereais (0,6%) e laticínios (2,1%). Já as carnes se valorizaram levemente (0,7%).
Com isso, o Índice FAO geral fechou fevereiro praticamente estável em 150,2 pontos, meros 0,2 pontos acima de janeiro.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com