Os óleos vegetais estão em alta. Essa informação faz parte da mais recente atualização do Índice FAO – indicador que acompanha as variações mensais dos preços de diversas commodities alimentares em nível global – que foi publicado ontem (07) pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
Os óleos vegetais estão em alta. Essa informação faz parte da mais recente atualização do Índice FAO – indicador que acompanha as variações mensais dos preços de diversas commodities alimentares em nível global – que foi publicado ontem (07) pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
No mês passado, a cesta de óleos que fazem parte do Índice FAO ficou em 159,8 pontos. Uma elevação de 6,3% sobre o valor de fevereiro que já havia apresentado uma alta substancial.
Considerada a variação acumulada no primeiro trimestre, os óleos vegetais já se valorizaram praticamente 15%. A última vez em que os preços estiveram tão elevados foi em dezembro de 2014.
Queda
Olhando para os 26 anos do histórico de preços acumulados pelo Índice FAO é possível constatar que, de um modo geral, as cotações vêm apresentando uma clara tendência de queda desde que atingiram sua máxima histórica de 286,5 pontos em fevereiro de 2011.
Com algumas idas e vindas essa tendência vem se mantendo ao longo do tempo [veja gráfico interativo]. Contudo desde setembro de 2015 – quando atingiram a mínima de 134,2 –, as cotações vêm dando sinais de que poderiam inverter de direção o que finalmente aconteceu em janeiro.
De acordo com os técnicos da FAO, o principal fator nesse repique é a palma – óleo vegetal mais consumido do mundo e principal componente do indicador das Nações Unidas. As cotações da palma estão refletindo receios de que a produção no Sudeste da Ásia estagnará em 2016 como resultado de problemas climáticos na Indonésia e na Malásia, os dois maiores produtores.
Alta
O óleo que apresentou a maior alta no mês. Entre fevereiro e março, as cotações do açúcar dispararam 17,1%. Enquanto isso, as outras três categorias de produtos acompanhados – cereais, laticínios e carnes – apresentaram queda ou estabilidade.
No balanço geral o Índice FAO subiu 1% e fechou março em 151 pontos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Os óleos vegetais estão em alta. Essa informação faz parte da mais recente atualização do Índice FAO – indicador que acompanha as variações mensais dos preços de diversas commodities alimentares em nível global – que foi publicado ontem (07) pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
No mês passado, a cesta de óleos que fazem parte do Índice FAO ficou em 159,8 pontos. Uma elevação de 6,3% sobre o valor de fevereiro que já havia apresentado uma alta substancial.
Considerada a variação acumulada no primeiro trimestre, os óleos vegetais já se valorizaram praticamente 15%. A última vez em que os preços estiveram tão elevados foi em dezembro de 2014.
Queda
Olhando para os 26 anos do histórico de preços acumulados pelo Índice FAO é possível constatar que, de um modo geral, as cotações vêm apresentando uma clara tendência de queda desde que atingiram sua máxima histórica de 286,5 pontos em fevereiro de 2011.
Com algumas idas e vindas essa tendência vem se mantendo ao longo do tempo [veja gráfico interativo]. Contudo desde setembro de 2015 – quando atingiram a mínima de 134,2 –, as cotações vêm dando sinais de que poderiam inverter de direção o que finalmente aconteceu em janeiro.
De acordo com os técnicos da FAO, o principal fator nesse repique é a palma – óleo vegetal mais consumido do mundo e principal componente do indicador das Nações Unidas. As cotações da palma estão refletindo receios de que a produção no Sudeste da Ásia estagnará em 2016 como resultado de problemas climáticos na Indonésia e na Malásia, os dois maiores produtores.
Alta
O óleo que apresentou a maior alta no mês. Entre fevereiro e março, as cotações do açúcar dispararam 17,1%. Enquanto isso, as outras três categorias de produtos acompanhados – cereais, laticínios e carnes – apresentaram queda ou estabilidade.
No balanço geral o Índice FAO subiu 1% e fechou março em 151 pontos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com