Os óleos vegetais ficaram – um pouquinho – mais baratos em junho. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), os preços médios de uma cesta formada pelos 10 óleos mais comercializados do mundo que fazem parte do Índice FAO caíram cerca de 0,8%. Esse foi o segundo mês de queda.
Os óleos vegetais ficaram – um pouquinho – mais baratos em junho. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), os preços médios de uma cesta formada pelos 10 óleos mais comercializados do mundo que fazem parte do Índice FAO caíram cerca de 0,8%. Esse foi o segundo mês de queda.
Com essa nova queda, os óleos vegetais encerraram junho cotados em 162,1 pontos – 1,3 pontos menos que em maio.
Apesar dessa desaceleração, o mercado teve uma alta de 16,5% ao longo do primeiro semestre. Ao menos por enquanto, esse repique não passa de mais um soluço dentro de um processo mais ou menos consistente de queda nos preços globais dos óleos vegetais que já dura desde o começo de 2011.
Segundo a FAO a alta ao longo do período é explicada pela redução na oferta de óleo de palma causadas pelo impacto do El Niño no clima do Sudeste Asiático e pela produção de soja menor que a inicialmente projetada na América do Sul. Em junho, esses fatores estão perdendo peso em função da recuperação da produtividade das lavouras de palma na Indonésia e na Malásia e dos bons prospectos para as colheitas de girassol e colza no hemisfério norte.
Geral
O mercado de óleo foi o único que apresentou queda em junho. Todos os outros indicadores apresentaram valorização no período.
Tudo somado, o Índice FAO se valorizou 4,2% no mês ficando em 163,4 pontos em junho. Essa foi a quinta alta seguida e o maior salto mensal em quatro anos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Os óleos vegetais ficaram – um pouquinho – mais baratos em junho. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), os preços médios de uma cesta formada pelos 10 óleos mais comercializados do mundo que fazem parte do Índice FAO caíram cerca de 0,8%. Esse foi o segundo mês de queda.
Com essa nova queda, os óleos vegetais encerraram junho cotados em 162,1 pontos – 1,3 pontos menos que em maio.
Apesar dessa desaceleração, o mercado teve uma alta de 16,5% ao longo do primeiro semestre. Ao menos por enquanto, esse repique não passa de mais um soluço dentro de um processo mais ou menos consistente de queda nos preços globais dos óleos vegetais que já dura desde o começo de 2011.
Segundo a FAO a alta ao longo do período é explicada pela redução na oferta de óleo de palma causadas pelo impacto do El Niño no clima do Sudeste Asiático e pela produção de soja menor que a inicialmente projetada na América do Sul. Em junho, esses fatores estão perdendo peso em função da recuperação da produtividade das lavouras de palma na Indonésia e na Malásia e dos bons prospectos para as colheitas de girassol e colza no hemisfério norte.
Geral
O mercado de óleo foi o único que apresentou queda em junho. Todos os outros indicadores apresentaram valorização no período.
Tudo somado, o Índice FAO se valorizou 4,2% no mês ficando em 163,4 pontos em junho. Essa foi a quinta alta seguida e o maior salto mensal em quatro anos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com