Índice FAO de maio aponta óleos e gorduras mais baratos
A FAO publicou ontem (09) seu Índice dos Preços dos Alimentos. Os números mostram alta de 1% nos preços, embora os óleos e gorduras tenham recuado 1,5%.
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A FAO publicou ontem (09) seu Índice dos Preços dos Alimentos. Os números mostram alta de 1% nos preços, embora os óleos e gorduras tenham recuado 1,5%.
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO, na sigla em inglês) publicou ontem (09) a edição de maio de seu Índice dos Preços dos Alimentos. Embora o indicador geral tenha subido 1% do mês passado para cá, o específico de óleos e gorduras recuou 1,5%.
Essa é o terceiro mês seguido que a FAO registra queda nas cotações internacionais de óleo e gorduras. Segundo o relatório que acompanha os números, a queda foi puxada principalmente pelos óleos de palma e de soja.
No caso da palma-de-óleo – óleo vegetal mais consumido do mundo –, a pressão de baixa vem dos estoques elevados do produto acompanhada de um aumento na produção. Já no óleo de soja a queda é reflexo da colheita recorde nos países sul-americanos somada a estoques mais elevados do que se imaginava nos Estados Unidos.
O Índice FAO é calculado a partir de um conjunto de 6 índices que acompanham os preços em mercados específicos – cereais, óleos e gorduras, laticínios, carnes e açúcar. Laticínios foi o grande responsável pela alta dos alimentos no período pesquisado com uma elevação de 33,5 pontos (14,8%). Já o de carnes permaneceu praticamente estável enquanto os outros quatro apresentaram baixa.