O repique nas cotações internacionais dos óleos vegetais teve vida curta. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no mês de junho os preços médios dos 10 óleos mais comercializados tiveram um recuo de 3,9%.
O repique nas cotações internacionais dos óleos vegetais teve vida curta. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no mês de junho os preços médios dos 10 óleos mais comercializados tiveram um recuo de 3,9%.
Em maio, os preços haviam registrado uma alta de 4,7% encerrando uma sequência de três quedas seguidas.
Segundo a métrica adotada pela FAO, em junho os óleos vegetais ficaram em 162,1 pontos. O movimento foi causado pela queda nos valores dos óleos de palma e de soja. No caso da soja, a pressão de baixa é devida ao bom resultado da colheita do grão na América do Sul com a manutenção de projeções otimistas para a produção global durante a temporada 2017/18.
Os óleos de canola e de girassol também apresentar queda no periodo fortalecendo a tendência geral do mercado.
O valor é praticamente o mesmo que havia sido apurado em junho do ano passado – 161,9 pontos.
A queda no mercado de óleos não bastou para segurar o Índice FAO que subiu 1,4% fechando junho em 175,2 pontos. Os laticínios foram a categoria que mais se valorizou no período – 8,3% no mês e 51,5% acumulado em um ano – contribuindo para que o mercado se mantivesse pressionado.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O repique nas cotações internacionais dos óleos vegetais teve vida curta. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no mês de junho os preços médios dos 10 óleos mais comercializados tiveram um recuo de 3,9%.
Em maio, os preços haviam registrado uma alta de 4,7% encerrando uma sequência de três quedas seguidas.
Segundo a métrica adotada pela FAO, em junho os óleos vegetais ficaram em 162,1 pontos. O movimento foi causado pela queda nos valores dos óleos de palma e de soja. No caso da soja, a pressão de baixa é devida ao bom resultado da colheita do grão na América do Sul com a manutenção de projeções otimistas para a produção global durante a temporada 2017/18.
Os óleos de canola e de girassol também apresentar queda no periodo fortalecendo a tendência geral do mercado.
O valor é praticamente o mesmo que havia sido apurado em junho do ano passado – 161,9 pontos.
A queda no mercado de óleos não bastou para segurar o Índice FAO que subiu 1,4% fechando junho em 175,2 pontos. Os laticínios foram a categoria que mais se valorizou no período – 8,3% no mês e 51,5% acumulado em um ano – contribuindo para que o mercado se mantivesse pressionado.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com