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Cotações globais de óleos vegetais perdem força em outubro

Segundo a FAO, a alta nos mercados mundiais de óleos vegetais que vinha se sustentado desde julho perdeu força no mês de outubro.
BiodieselBR.com 2 min de leitura
A tendência de alta nos mercados mundiais de óleos vegetais que vinha se sustentado desde julho perdeu força em outubro. A informação é da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) que publicou hoje (10) a mais nova atualização do Índice dos Preços dos Alimentos (Índice FAO).

A tendência de alta nos mercados mundiais de óleos vegetais que vinha se sustentado desde julho perdeu força em outubro. A informação é da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) que publicou hoje (10) a mais nova atualização do Índice dos Preços dos Alimentos (Índice FAO).

O indicador acompanha as variações nos preços de diversas commodities alimentares.

No caso do mercado de óleos vegetais, a média de outubro foi de 167,9 pontos o que representa uma queda de 2,4% em relação ao resultado de setembro. Apesar desse escorregão, as cotações ainda estão elevadas em relação aos valores que vêm sendo praticados nos últimos meses. Com exceção dos meses de agosto e setembro, a última vez que os preços estiveram acima dos patamares atuais foi em julho de 2014.

Do começo do ano até agora, os óleos vegetais já se valorizaram 20,7%.

Essa alta não tem sido totalmente uniforme. De janeiro até abril, os preços derem um primeiro salto de 19,5%. Entre maio e junho, os preços caíram 5,5%. Até setembro tivemos um novo salto de 9,3%.

A queda atual é resultado principalmente de uma perda de sustentação dos preços do óleo de palma como resultado de melhoria na produtividade dos países do Sudeste Asiático. As cotações de outros óleos – como os de soja, girassol e canola –, no entanto, permaneceram firmes evitando uma queda mais acentuada no indicador.

Geral

Apesar das quedas em óleos vegetais e carnes, o Índice FAO como um todo fechou outubro com valorização de 0,7%. Essa foi a quarta alta seguida.

No ano, a média dos preços dos alimentos subiu 9,1%.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
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