De acordo com a FAO os óleos e gorduras mais negociados fecharam agosto com a cotação mais baixa desde 2010.De acordo com a FAO os óleos e gorduras mais negociados fecharam agosto com a cotação mais baixa desde 2010.

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), as cotações dos óleos e gorduras mais negociados nos mercados internacionais fecharam o mês passado em seu patamar mais baixo desde julho de 2010. A informação faz parte do Índice FAO – indicador desenvolvido pela entidade para acompanhar a evolução dos preços das principais commodities agrícolas – divulgado hoje pela manhã.
O Índice FAO para óleos e gorduras fechou agosto em 185,5 pontos, queda de quase 3% em relação aos 191,2 pontos de julho. As cotações vêm caindo sem parar desde fevereiro passado, quando fecharam em 206,1 pontos.
Em agosto do ano passado, o indicador estava em 226, caindo assim o equivalente a uma queda de 18% em 12 meses. A última vez que os preços acompanhados pelo indicador estiveram tão baixos foi em julho de 2010 quando bateu em 175,8 ponto.
Segundo o documento, a queda é quase toda causada pelo óleo de palma cujos estoques recorde nos países do Sudeste Asiático vêm mantendo as cotações sob pressão. Já no caso da soja as quedas registradas depois da confirmação de uma boa colheita no Brasil e na Argentina estão se revertendo em função das más perspectivas da safra norte-americana.
De um modo geral, os técnicos da FAO esperam que a oferta de óleos vegetais se mantenha firme na temporada 2013/14 o que deve levar a novas diminuições nos preços.
Geral
Em agosto, o Índice FAO para os mercados em geral fechou em 201,8 pontos mantendo uma trajetória de queda que já vem se mantendo há cinco meses. Desde a máxima de 215,5 pontos em abril, índice já se desvalorizou 6,3%.
No último mês os indicadores para os mercados de carnes, laticínios e açúcar apresentaram pequenas elevações que foram amplamente compensadas pelas reduções nos setores de cereais e de óleos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), as cotações dos óleos e gorduras mais negociados nos mercados internacionais fecharam o mês passado em seu patamar mais baixo desde julho de 2010. A informação faz parte do Índice FAO – indicador desenvolvido pela entidade para acompanhar a evolução dos preços das principais commodities agrícolas – divulgado hoje pela manhã.
O Índice FAO para óleos e gorduras fechou agosto em 185,5 pontos, queda de quase 3% em relação aos 191,2 pontos de julho. As cotações vêm caindo sem parar desde fevereiro passado, quando fecharam em 206,1 pontos.
Em agosto do ano passado, o indicador estava em 226, caindo assim o equivalente a uma queda de 18% em 12 meses. A última vez que os preços acompanhados pelo indicador estiveram tão baixos foi em julho de 2010 quando bateu em 175,8 ponto.
Segundo o documento, a queda é quase toda causada pelo óleo de palma cujos estoques recorde nos países do Sudeste Asiático vêm mantendo as cotações sob pressão. Já no caso da soja as quedas registradas depois da confirmação de uma boa colheita no Brasil e na Argentina estão se revertendo em função das más perspectivas da safra norte-americana.
De um modo geral, os técnicos da FAO esperam que a oferta de óleos vegetais se mantenha firme na temporada 2013/14 o que deve levar a novas diminuições nos preços.
Geral
Em agosto, o Índice FAO para os mercados em geral fechou em 201,8 pontos mantendo uma trajetória de queda que já vem se mantendo há cinco meses. Desde a máxima de 215,5 pontos em abril, índice já se desvalorizou 6,3%.
No último mês os indicadores para os mercados de carnes, laticínios e açúcar apresentaram pequenas elevações que foram amplamente compensadas pelas reduções nos setores de cereais e de óleos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com