Usina havia recebido autorização de operação no final de dezembro e estava à espera do registro da Receita Federal para poder entrar no mercado
Demorou um pouco, mas a Lar Cooperativa Agroindustrial finalmente completou sua entrada no mercado de biodiesel. A empresa obteve da Receita Federal seu Registro Especial de Produtor de Biodiesel para a planta de Caarapó (MS) – esse é o último passo burocrático exigido de novas usinas. O documento foi publicado na edição de hoje (27) do DOU.
O registro demorou mais de quatro meses para sair. A autorização de operação em nome da Caarapó havia sido publicada pela ANP no último dia 21 de dezembro.
A usina não é das maiores do mercado. Ela tem capacidade para fabricar 144 mil m³ de biodiesel por ano. Isso a deixa numa modesta 38ª colocação no ranking nacional de usinas.
Demorou um pouco, mas a Lar Cooperativa Agroindustrial finalmente completou sua entrada no mercado de biodiesel. A empresa obteve da Receita Federal seu Registro Especial de Produtor de Biodiesel para a planta de Caarapó (MS) – esse é o último passo burocrático exigido de novas usinas. O documento foi publicado na edição de hoje (27) do DOU.
O registro demorou mais de quatro meses para sair. A autorização de operação em nome da Caarapó havia sido publicada pela ANP no último dia 21 de dezembro.
A usina não é das maiores do mercado. Ela tem capacidade para fabricar 144 mil m³ de biodiesel por ano. Isso a deixa numa modesta 38ª colocação no ranking nacional de usinas.
Com a publicação de hoje, o parque industrial brasileiro passou a contar 59 unidades produtivas completamente autorizadas a funcionar e um total de 13,8 milhões de m³.
História antiga
A usina de Caarapó tem uma história conturbada. A planta foi idealizada pela Agrenco e estava pronta para entrar no mercado em meados de 2008. Mas, depois da crise que levaria à falência da Agrenco, o projeto acabou ficando na geladeira mais de uma década.
O complexo acabaria adquirido pela Lar Cooperativa em 2018 que investiria R$ 219 milhões para recondicionar as instalações.
Ele já vem operando – ao menos de forma parcial – desde novembro de 2020, quando a unidade de esmagamento de soja de Caarapó foi inaugurada. A unidade pode processar 1,5 mil toneladas de soja por dia.
Uma cópia do registro da Lar Cooperativa pode ser acessado clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com