Segundo a Lei de Biocombustíveis aprovada pelo Paraguai em 2005, produtores e importadoras de óleo diesel – tanto públicas quanto privadas – estão obrigadas a adicionar de 1% de biodiesel a seu produto. Contudo, segundo a Câmara Paraguaia de Biodiesel (Biocap) as petroleiras ainda não compraram uma só gota de biodiesel das usinas em 2015.
Segundo a Lei de Biocombustíveis aprovada pelo Paraguai em 2005, produtores e importadoras de óleo diesel – tanto públicas quanto privadas – estão obrigadas a adicionar de 1% de biodiesel a seu produto. Contudo, segundo a Câmara Paraguaia de Biodiesel (Biocap) as petroleiras ainda não compraram uma só gota de biodiesel das usinas em 2015.
O responsável pela acusação, é o ex-vice-ministro de Minas e Energia do Paraguai e fabricante do biocombustível, Carlos Büttner, que descarta que os problemas tenham sido originados do lado das usinas. Segundo ele, os produtores atendem a todos os requisitos de qualidade e fazem regularmente os testes laboratoriais determinados pela legislação.
"Acreditamos que é uma questão burocrática, porque cumprimos todos os requisitos técnicos”, atribuiu Büttner. “Enquanto o mundo incentiva os biocombustíveis, aqui, a ineficácia absoluta das autoridades do governo, não permite nem mesmo cumprir a lei que exige um aditivo de 1%", criticou.
De acordo com o ex-ministro, a paralisação da produção de biodiesel paraguaia – sem previsão de retomada – coloca em risco cerca de 2 mil postos de trabalho no país.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações ABC
Segundo a Lei de Biocombustíveis aprovada pelo Paraguai em 2005, produtores e importadoras de óleo diesel – tanto públicas quanto privadas – estão obrigadas a adicionar de 1% de biodiesel a seu produto. Contudo, segundo a Câmara Paraguaia de Biodiesel (Biocap) as petroleiras ainda não compraram uma só gota de biodiesel das usinas em 2015.
O responsável pela acusação, é o ex-vice-ministro de Minas e Energia do Paraguai e fabricante do biocombustível, Carlos Büttner, que descarta que os problemas tenham sido originados do lado das usinas. Segundo ele, os produtores atendem a todos os requisitos de qualidade e fazem regularmente os testes laboratoriais determinados pela legislação.
"Acreditamos que é uma questão burocrática, porque cumprimos todos os requisitos técnicos”, atribuiu Büttner. “Enquanto o mundo incentiva os biocombustíveis, aqui, a ineficácia absoluta das autoridades do governo, não permite nem mesmo cumprir a lei que exige um aditivo de 1%", criticou.
De acordo com o ex-ministro, a paralisação da produção de biodiesel paraguaia – sem previsão de retomada – coloca em risco cerca de 2 mil postos de trabalho no país.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações ABC