A pressão contrária parece ter dado resultado e o governo da Malásia já admite adiar a chegada do B10. Pelo plano original, o aumento da mistura aconteceria no final desse mês, mas, agora, o lançamento pode ocorrer apenas em julho.
A pressão contrária parece ter dado resultado e o governo da Malásia já admite adiar a chegada do B10. Pelo plano original, o aumento da mistura aconteceria no final desse mês, mas, agora, o lançamento pode ocorrer apenas em julho.
Além de reclamações por parte das montadoras, adiamento também levou em conta um pedido das petroleiras do país: segundo as empresas do setor será necessário mais tempo para fazer as modificações necessárias nos equipamentos utilizados para fazer a mistura. Segundo o Ministério de Indústrias de Plantações e Commodities, que coordena o programa de biodiesel do país asiático, embora as petroleiras estejam fisicamente prontas para o novo patamar de mistura, elas precisarão de tempo para fazer os ajustes.
O novo patamar de mistura deve elevar o consumo de óleo de palma pelas usinas da Malásia para perto de 710 mil toneladas por ano – contra 500 mil toneladas com a atual mistura de 7%. O país conta com 18 plantas que, juntas, têm capacidade instaladas equivalente a 2,3 milhões de toneladas.
A expectativa é que o aumento da mistura ajude a estabilizar os preços internacionais do óleo de palma – a Malásia é a 2ª maior produtora global da commodity. A notícia do adiamento levou a uma queda de 0,8% na cotação na Bolsa Malásia.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A pressão contrária parece ter dado resultado e o governo da Malásia já admite adiar a chegada do B10. Pelo plano original, o aumento da mistura aconteceria no final desse mês, mas, agora, o lançamento pode ocorrer apenas em julho.
Além de reclamações por parte das montadoras, adiamento também levou em conta um pedido das petroleiras do país: segundo as empresas do setor será necessário mais tempo para fazer as modificações necessárias nos equipamentos utilizados para fazer a mistura. Segundo o Ministério de Indústrias de Plantações e Commodities, que coordena o programa de biodiesel do país asiático, embora as petroleiras estejam fisicamente prontas para o novo patamar de mistura, elas precisarão de tempo para fazer os ajustes.
O novo patamar de mistura deve elevar o consumo de óleo de palma pelas usinas da Malásia para perto de 710 mil toneladas por ano – contra 500 mil toneladas com a atual mistura de 7%. O país conta com 18 plantas que, juntas, têm capacidade instaladas equivalente a 2,3 milhões de toneladas.
A expectativa é que o aumento da mistura ajude a estabilizar os preços internacionais do óleo de palma – a Malásia é a 2ª maior produtora global da commodity. A notícia do adiamento levou a uma queda de 0,8% na cotação na Bolsa Malásia.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com