A Malásia está exportando mais biodiesel. Em julho, o país asiático exportou praticamente 13 vezes mais do que no mesmo mês do ano passado e mais que o dobro em relação a junho. As informações são da agência do governo de Kuala Lumpur que acompanha o mercado de palma de óleo.
A Malásia está exportando mais biodiesel. Em julho, o país asiático exportou 46,6 mil toneladas do biocombustível – crescimento de praticamente 13 vezes sobre o valor apurado no mesmo mês do ano passado e mais que o dobro em relação às 22,7 mil toneladas de junho. As informações são da agência do governo de Kuala Lumpur que acompanha o mercado de palma de óleo.
O principal comprador do produto foram países da Europa onde os compradores estão tirando vantagem da desvalorização do ringitt – a moeda da Malásia – para adquirirem biodiesel mais em conta.
No entanto, a janela de exportação acabar se fechando no curto prazo a medida em que o hemisfério norte se aproxima do inverno e o mercado passe a demandar um biodiesel com ponto de entupimento mais baixos. Como biodiesel da Malásia é fabricado com óleo de palma, ele não costuma de sair particularmente bem nesse quesito.
As vendas renderam US$ 31,6 milhões aos fabricantes da Malásia no mês de julho. O resultado mensal é o melhor desde que a estatística começou a ser compilada a partir de janeiro de 2008.
Apesar do bom resultado mensal, a Malásia está longe de apresentar o bom desempenho que países como a Argentina ou a Indonésia vinham apresentando no mercado internacional. Em abril, por exemplo, as exportações foram de apenas 186 toneladas mas se recuperaram desde então.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações Platts
A Malásia está exportando mais biodiesel. Em julho, o país asiático exportou 46,6 mil toneladas do biocombustível – crescimento de praticamente 13 vezes sobre o valor apurado no mesmo mês do ano passado e mais que o dobro em relação às 22,7 mil toneladas de junho. As informações são da agência do governo de Kuala Lumpur que acompanha o mercado de palma de óleo.
O principal comprador do produto foram países da Europa onde os compradores estão tirando vantagem da desvalorização do ringitt – a moeda da Malásia – para adquirirem biodiesel mais em conta.
No entanto, a janela de exportação acabar se fechando no curto prazo a medida em que o hemisfério norte se aproxima do inverno e o mercado passe a demandar um biodiesel com ponto de entupimento mais baixos. Como biodiesel da Malásia é fabricado com óleo de palma, ele não costuma de sair particularmente bem nesse quesito.
As vendas renderam US$ 31,6 milhões aos fabricantes da Malásia no mês de julho. O resultado mensal é o melhor desde que a estatística começou a ser compilada a partir de janeiro de 2008.
Apesar do bom resultado mensal, a Malásia está longe de apresentar o bom desempenho que países como a Argentina ou a Indonésia vinham apresentando no mercado internacional. Em abril, por exemplo, as exportações foram de apenas 186 toneladas mas se recuperaram desde então.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações Platts