A associação de produtores de biodiesel dos EUA está iniciando uma campanha pressionar a EPA a não reduzir o mercado potencial para o biocombustível.
Maior associação de fabricantes de biodiesel dos Estados Unidos, a National Biodiesel Board (NBB) está iniciando uma campanha para tentar pressionar a Agência de Proteção Ambiental (EPA) do governo norte-americano. Poucas semanas atrás, documentos vazados revelaram que a agência estuda fazer cortes nos volumes de biocombustíveis exigidos pelo Renewable Fuel Standard (RFS).
O foco dos cortes propostos pela agência é o mercado de etanol. O setor de petróleo tem se mostrado relutante em colocar no mercado gasolinas com mais de 10% de etanol. Este é o volume máximo que as montadoras dos Estados Unidos consideram que seus motores podem usar com segurança. Além disso, há também o mercado de biocombustíveis avançados onde os cortes tiveram o objetivo de dificultar a entrada de etanol de cana-de-açúcar brasileiro.
No caso do biodiesel, o atual mandato de 4,8 bilhões de litros estabelecido no ano passado seria mantido inalterado. Contudo, como a produção de biodiesel dos EUA está em elevação e, ao que tudo indica, deverá superar a meta já esse ano. Hoje parte da produção de biodiesel é comercializada na conta de biocombustíveis avançados. As mudanças na RFS reduziriam o potencial de crescimento da indústria.
Cartas
A NBB está iniciando sua reação contra os cortes. Na semana passada, a entidade iniciou uma campanha pública de envio de cartas e e-mails em massa para pressionar a EPA a adotar metas mais favoráveis ao biodiesel.
Na carta padrão preparada pela NBB para ser endereçada à direção da EPA, a associação defende que o atual modelo do RFS está “funcionando com sucesso” para o biodiesel e que se os números da proposta vazada se confirmarem a produção de biodiesel poderá cair em até 25%.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Maior associação de fabricantes de biodiesel dos Estados Unidos, a National Biodiesel Board (NBB) está iniciando uma campanha para tentar pressionar a Agência de Proteção Ambiental (EPA) do governo norte-americano. Poucas semanas atrás, documentos vazados revelaram que a agência estuda fazer cortes nos volumes de biocombustíveis exigidos pelo Renewable Fuel Standard (RFS).
O foco dos cortes propostos pela agência é o mercado de etanol. O setor de petróleo tem se mostrado relutante em colocar no mercado gasolinas com mais de 10% de etanol. Este é o volume máximo que as montadoras dos Estados Unidos consideram que seus motores podem usar com segurança. Além disso, há também o mercado de biocombustíveis avançados onde os cortes tiveram o objetivo de dificultar a entrada de etanol de cana-de-açúcar brasileiro.
No caso do biodiesel, o atual mandato de 4,8 bilhões de litros estabelecido no ano passado seria mantido inalterado. Contudo, como a produção de biodiesel dos EUA está em elevação e, ao que tudo indica, deverá superar a meta já esse ano. Hoje parte da produção de biodiesel é comercializada na conta de biocombustíveis avançados. As mudanças na RFS reduziriam o potencial de crescimento da indústria.
Cartas
A NBB está iniciando sua reação contra os cortes. Na semana passada, a entidade iniciou uma campanha pública de envio de cartas e e-mails em massa para pressionar a EPA a adotar metas mais favoráveis ao biodiesel.
Na carta padrão preparada pela NBB para ser endereçada à direção da EPA, a associação defende que o atual modelo do RFS está “funcionando com sucesso” para o biodiesel e que se os números da proposta vazada se confirmarem a produção de biodiesel poderá cair em até 25%.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com