No começo do ano, a Marinha do Estados Unidos lançou o projeto Grande Esquadra Verde – iniciativa que procura colocar a energia limpa no cotidiano das forças armadas norte-americana. Como parte do projeto, o destroier USS Mason recebeu, na semana passada, uma carga de biocombustível fabricado pela petroleira italiana Eni.
No começo do ano, a Marinha do Estados Unidos lançou o projeto Grande Esquadra Verde – iniciativa que procura colocar a energia limpa no cotidiano das forças armadas norte-americana. Como parte do projeto, o destroier USS Mason recebeu, na semana passada, uma carga de biocombustível fabricado pela petroleira italiana Eni.
O navio estava em missão na costa sul da Itália quando recebeu o combustível misturado com 5,5% de biocombustível produzido a partir de palma de óleo fornecido pela petroleira italiana a partir de uma embarcação de reabastecimento.
O preço do combustível ficou abaixo dos US$ 0,60 que foi considerado competitivo dentro da realidade de preços do mercado Europeu.
“Esse é o novo normal”, garantiu o secretário da Marinha dos Estados Unidos, Ray Mabus. “Isso é o que vamos ver a partir de agora a cada reabastecimento”, prosseguiu ressaltando que o abastecimento de combustível pode ser usado militarmente como aconteceu na recente tensão entre a Rússia e a Ucránia.
Segundo Mabus, cerca de um terço dos navios da Marinha dos EUA já usa algum tipo de alternativa aos combustíveis fósseis – incluída nessa conta a energia nuclear – e a meta é chegar a 50% até 2020.
A Marinha da Itália desenvolve um projeto similar desde meados de 2013. Hoje, cerca de 10% dos navios italianos usam fontes alternativas e os submarinos devem entrar no projeto ainda esse ano.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
No começo do ano, a Marinha do Estados Unidos lançou o projeto Grande Esquadra Verde – iniciativa que procura colocar a energia limpa no cotidiano das forças armadas norte-americana. Como parte do projeto, o destroier USS Mason recebeu, na semana passada, uma carga de biocombustível fabricado pela petroleira italiana Eni.
O navio estava em missão na costa sul da Itália quando recebeu o combustível misturado com 5,5% de biocombustível produzido a partir de palma de óleo fornecido pela petroleira italiana a partir de uma embarcação de reabastecimento.
O preço do combustível ficou abaixo dos US$ 0,60 que foi considerado competitivo dentro da realidade de preços do mercado Europeu.
“Esse é o novo normal”, garantiu o secretário da Marinha dos Estados Unidos, Ray Mabus. “Isso é o que vamos ver a partir de agora a cada reabastecimento”, prosseguiu ressaltando que o abastecimento de combustível pode ser usado militarmente como aconteceu na recente tensão entre a Rússia e a Ucránia.
Segundo Mabus, cerca de um terço dos navios da Marinha dos EUA já usa algum tipo de alternativa aos combustíveis fósseis – incluída nessa conta a energia nuclear – e a meta é chegar a 50% até 2020.
A Marinha da Itália desenvolve um projeto similar desde meados de 2013. Hoje, cerca de 10% dos navios italianos usam fontes alternativas e os submarinos devem entrar no projeto ainda esse ano.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com