A Marinha dos Estados Unidos está avançando com seu projeto de uso de biocombustíveis. A chamada Great Green Fleet (Grande Esquadra Verde) será oficialmente lançada em uma cerimônia marcada para o dia 20. Para garantir o abastecimento nessa primeira etapa, foram adquiridos aproximadamente 295 milhões de litros de biocombustíveis avançados.
A Marinha dos Estados Unidos está avançando com seu projeto de uso de biocombustíveis. A chamada Great Green Fleet (Grande Esquadra Verde) será oficialmente lançada em uma cerimônia marcada para o dia 20. Para garantir o abastecimento nessa primeira etapa, foram adquiridos aproximadamente 295 milhões de litros de biocombustíveis avançados.
Além do uso de combustíveis renováveis, a iniciativa da Marinha norte-americana também compreende a adoção novas soluções e tecnologias para aumentar a eficiência em navios e aeronaves. A ideia é testar essas novidades ao longo deste ano para, em seguida, adotá-las de forma generalizada o que pode representar um reforço importante na demanda por biocombustíveis.
O biocombustível adquirido atente às especificações da Marina norte-americana para o óleo diesel que é diferente do combustível usado em aplicações civis e deve ter do tipo drop in – podendo ser usado em sua forma pura nos motores atuais sem a necessidade de adaptações. Contudo, os contratos atuais especificam que ele deverá ser misturado na proporção de até 50% com os combustíveis convencionais.
Além disso, ele deve fabricado domesticamente e ser feito a partir de biomassas que não competem com usos alimentares. A fornecedora desse primeiro contrato é a AlltAir que produz a partir de óleos e gorduras residuais. O preço pago foi de US$ 2,05 por galão – cerca de R$ 2,17 por litro segundo a cotação desta quinta-feira (14) – o valor é considerado competitivo em relação às opções fósseis.
Entre as maiores consumidoras individuais de combustíveis do planeta, a Marinha dos Estados Unidos vem buscando saídas para diversificar suas fontes de energia desde 2009.
Se tudo correr dentro do esperado, produtores de outros países poderão também ser beneficiados. Uma vez que as forças armadas dos EUA operam em escala global o que pode criar demanda em outras partes. Hoje, as marinhas da Austrália e da Itália já têm parcerias nesse sentido com os militares norte-americanos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A Marinha dos Estados Unidos está avançando com seu projeto de uso de biocombustíveis. A chamada Great Green Fleet (Grande Esquadra Verde) será oficialmente lançada em uma cerimônia marcada para o dia 20. Para garantir o abastecimento nessa primeira etapa, foram adquiridos aproximadamente 295 milhões de litros de biocombustíveis avançados.
Além do uso de combustíveis renováveis, a iniciativa da Marinha norte-americana também compreende a adoção novas soluções e tecnologias para aumentar a eficiência em navios e aeronaves. A ideia é testar essas novidades ao longo deste ano para, em seguida, adotá-las de forma generalizada o que pode representar um reforço importante na demanda por biocombustíveis.
O biocombustível adquirido atente às especificações da Marina norte-americana para o óleo diesel que é diferente do combustível usado em aplicações civis e deve ter do tipo drop in – podendo ser usado em sua forma pura nos motores atuais sem a necessidade de adaptações. Contudo, os contratos atuais especificam que ele deverá ser misturado na proporção de até 50% com os combustíveis convencionais.
Além disso, ele deve fabricado domesticamente e ser feito a partir de biomassas que não competem com usos alimentares. A fornecedora desse primeiro contrato é a AlltAir que produz a partir de óleos e gorduras residuais. O preço pago foi de US$ 2,05 por galão – cerca de R$ 2,17 por litro segundo a cotação desta quinta-feira (14) – o valor é considerado competitivo em relação às opções fósseis.
Entre as maiores consumidoras individuais de combustíveis do planeta, a Marinha dos Estados Unidos vem buscando saídas para diversificar suas fontes de energia desde 2009.
Se tudo correr dentro do esperado, produtores de outros países poderão também ser beneficiados. Uma vez que as forças armadas dos EUA operam em escala global o que pode criar demanda em outras partes. Hoje, as marinhas da Austrália e da Itália já têm parcerias nesse sentido com os militares norte-americanos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Tags
Marinha