Os fabricantes de biodiesel dos Estados Unidos estão caminhando rumo a “um futuro mais brilhante”. Essa é leitura de Dave Elsenbast, vice-presidente do Renewable Energy Group (REG) – principal fabricante do biocombustível nos EUA com 12 usinas e uma capacidade instalada equivalente a 1,7 bilhão de litros ao ano.
Os fabricantes de biodiesel dos Estados Unidos estão caminhando rumo a “um futuro mais brilhante”. Essa é leitura de Dave Elsenbast, vice-presidente do Renewable Energy Group (REG) – principal fabricante do biocombustível nos EUA com 12 usinas e uma capacidade instalada equivalente a 1,7 bilhão de litros ao ano.
Segundo o executivo, conforme as incertezas regulatórias que pesavam sobre o mercado de biocombustíveis foram removidas reabriram as perspectivas para que o setor volte a investir.
O ano passado foi relativamente bom para a indústria com consumo recorde de 7,9 bilhões de litros e produção de 4,8 bilhões de litros – praticamente empatado com o nível de 2014. O restante da demanda foi atendido graças ao crescimento das importações.
Além disso, a EPA vem se movimento para estabelecer metas de consumo de biodiesel que apontam para um crescimento na demanda e foi reestabelecido – pelo menos por enquanto – o incentivo fiscal de US$ 1 por galão de biodiesel misturado ao diesel.
Mercados locais também estão se desenvolvendo. Caso da proposta que torna obrigatório o uso de 5% de biodiesel no óleo de calefação usado em Nova York.
Dieseficação
Completando esse quadro, há também uma tendência de que os veículos diesel aumentem sua participação na frota de veículos norte-americana. O que, segundo a Administração de Informação em Energia do governo norte-americano, elevará o consumo de óleo diesel em 26% até 2040.
Nesse contexto, Elsenbast destaca que o principal desafio enfrentado pela indústria veio da queda nas cotações do petróleo que atingiram as cotações mais baixas desde 2013.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Os fabricantes de biodiesel dos Estados Unidos estão caminhando rumo a “um futuro mais brilhante”. Essa é leitura de Dave Elsenbast, vice-presidente do Renewable Energy Group (REG) – principal fabricante do biocombustível nos EUA com 12 usinas e uma capacidade instalada equivalente a 1,7 bilhão de litros ao ano.
Segundo o executivo, conforme as incertezas regulatórias que pesavam sobre o mercado de biocombustíveis foram removidas reabriram as perspectivas para que o setor volte a investir.
O ano passado foi relativamente bom para a indústria com consumo recorde de 7,9 bilhões de litros e produção de 4,8 bilhões de litros – praticamente empatado com o nível de 2014. O restante da demanda foi atendido graças ao crescimento das importações.
Além disso, a EPA vem se movimento para estabelecer metas de consumo de biodiesel que apontam para um crescimento na demanda e foi reestabelecido – pelo menos por enquanto – o incentivo fiscal de US$ 1 por galão de biodiesel misturado ao diesel.
Mercados locais também estão se desenvolvendo. Caso da proposta que torna obrigatório o uso de 5% de biodiesel no óleo de calefação usado em Nova York.
Dieseficação
Completando esse quadro, há também uma tendência de que os veículos diesel aumentem sua participação na frota de veículos norte-americana. O que, segundo a Administração de Informação em Energia do governo norte-americano, elevará o consumo de óleo diesel em 26% até 2040.
Nesse contexto, Elsenbast destaca que o principal desafio enfrentado pela indústria veio da queda nas cotações do petróleo que atingiram as cotações mais baixas desde 2013.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com