
Fabricantes de biodiesel da Argentina afirmam que a demora do governo na atualização dos preços pagos pelo biocombustível no mercado interno vêm dificultando a mistura obrigatória. No começo do ano, a Argentina elevou sua mistura obrigatória de biodiesel ao diesel fóssil – de 8% para 9%.
Mas, segundo a Câmara de Biocombustíveis da Argentina (Carbio) – entidade que congrega as maiores usinas –, as distribuidoras podem estar misturando muito menos biodiesel do que deveriam.
Fabricantes de biodiesel da Argentina afirmam que a demora do governo na atualização dos preços pagos pelo biocombustível no mercado interno vêm dificultando a mistura obrigatória. No começo do ano, a Argentina elevou sua mistura obrigatória de biodiesel ao diesel fóssil – de 8% para 9%.
Mas, segundo a Câmara de Biocombustíveis da Argentina (Carbio) – entidade que congrega as maiores usinas –, as distribuidoras podem estar misturando muito menos biodiesel do que deveriam simplesmente porque os fabricantes não conseguem fabricar o volume de biodiesel necessário para atender o teor obrigatório. "Eles estão misturando menos de 5% porque o preço doméstico oficial é tão baixo que já não tem qualquer relação com o custo de produção", justifica o presidente da Carbio, Luis Zubizarreta.
Hoje, a Secretatia de Energia da Argentina fixa paga 4.533 pesos (cerca de US$ 576,5) pela tonelada do combustível para as grandes usinas. Esse é o menor preço pago no país cujos preços são diferenciados em função do porte dos fabricantes.
Contudo, o descontentamento é generalizado. Pressionada por um grupo de pequenos produtores, a Casa Rosada chegou a atualizar retroativamente os valores pagos pela tonelada de biodiesel para os meses de outubro e novembro de 2013. Contudo, o reajuste concedido – de cerca de 7,5% – foi considerado insuficiente pelos fabricantes, que pleiteiam pelo menos 30%.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Reuters
Mas, segundo a Câmara de Biocombustíveis da Argentina (Carbio) – entidade que congrega as maiores usinas –, as distribuidoras podem estar misturando muito menos biodiesel do que deveriam.
Fabricantes de biodiesel da Argentina afirmam que a demora do governo na atualização dos preços pagos pelo biocombustível no mercado interno vêm dificultando a mistura obrigatória. No começo do ano, a Argentina elevou sua mistura obrigatória de biodiesel ao diesel fóssil – de 8% para 9%.
Mas, segundo a Câmara de Biocombustíveis da Argentina (Carbio) – entidade que congrega as maiores usinas –, as distribuidoras podem estar misturando muito menos biodiesel do que deveriam simplesmente porque os fabricantes não conseguem fabricar o volume de biodiesel necessário para atender o teor obrigatório. "Eles estão misturando menos de 5% porque o preço doméstico oficial é tão baixo que já não tem qualquer relação com o custo de produção", justifica o presidente da Carbio, Luis Zubizarreta.
Hoje, a Secretatia de Energia da Argentina fixa paga 4.533 pesos (cerca de US$ 576,5) pela tonelada do combustível para as grandes usinas. Esse é o menor preço pago no país cujos preços são diferenciados em função do porte dos fabricantes.
Contudo, o descontentamento é generalizado. Pressionada por um grupo de pequenos produtores, a Casa Rosada chegou a atualizar retroativamente os valores pagos pela tonelada de biodiesel para os meses de outubro e novembro de 2013. Contudo, o reajuste concedido – de cerca de 7,5% – foi considerado insuficiente pelos fabricantes, que pleiteiam pelo menos 30%.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Reuters