
As usinas da Argentina não estão nem um pouco satisfeitas com que o governo de Buenos Aires. Os fabricantes de biodiesel do pais vizinho querem que os preços pagos no mercado interno sejam reajustados em pelo menos 30%.
A Secretaria de Energia estava sem aumentar os preços pagos pelo biodiesel no mercado interno desde setembro.
As usinas da Argentina não estão nem um pouco satisfeitas com que o governo de Buenos Aires. Os fabricantes de biodiesel do pais vizinho querem que os preços pagos no mercado interno sejam reajustados em pelo menos 30%.
A Secretaria de Energia estava sem aumentar os preços pagos pelo biodiesel no mercado interno desde setembro. Depois de reclamações dos fabricantes, Buenos Aires atualizou retroativamente os valores pagos para os meses de outubro e novembro. Ainda assim, o reajuste – de 8,1% – foi considerado tímido pelos produtores.
O melhor preço da tonelada de biodiesel mercado argentino – pago a usinas de pequeno porte – passou a valer 5.725,64 pesos. Mas, segundo os fabricantes, para compensar os aumentos no custo de produção o preço teria que ser de 7.300 pesos. O maior problema é a continua desvalorização do peso frente ao dólar que aumentou substancialmente os custos de produção – tanto o óleo de soja quanto o metanol são commodities cotadas na moeda norte-americana.
A situação é particularmente complicada para as unidades produtivas de menor porte. A Câmara de Empresas Regionais Pequenas e Médias (Cepreb) disse que, se novos aumentos não vieram logo, as empresas terão que paralisar a produção e dispensar seus cerca de 2.500 trabalhadores.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A Secretaria de Energia estava sem aumentar os preços pagos pelo biodiesel no mercado interno desde setembro.
As usinas da Argentina não estão nem um pouco satisfeitas com que o governo de Buenos Aires. Os fabricantes de biodiesel do pais vizinho querem que os preços pagos no mercado interno sejam reajustados em pelo menos 30%.
A Secretaria de Energia estava sem aumentar os preços pagos pelo biodiesel no mercado interno desde setembro. Depois de reclamações dos fabricantes, Buenos Aires atualizou retroativamente os valores pagos para os meses de outubro e novembro. Ainda assim, o reajuste – de 8,1% – foi considerado tímido pelos produtores.
O melhor preço da tonelada de biodiesel mercado argentino – pago a usinas de pequeno porte – passou a valer 5.725,64 pesos. Mas, segundo os fabricantes, para compensar os aumentos no custo de produção o preço teria que ser de 7.300 pesos. O maior problema é a continua desvalorização do peso frente ao dólar que aumentou substancialmente os custos de produção – tanto o óleo de soja quanto o metanol são commodities cotadas na moeda norte-americana.
A situação é particularmente complicada para as unidades produtivas de menor porte. A Câmara de Empresas Regionais Pequenas e Médias (Cepreb) disse que, se novos aumentos não vieram logo, as empresas terão que paralisar a produção e dispensar seus cerca de 2.500 trabalhadores.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com