
De acordo com a consultoria alemã Oil World, as exportações de biodiesel da Argentina com destino aos Estados Unidos estão em alta.
De acordo com a consultoria alemã especializada em óleos vegetais Oil World, a Argentina está exportando mais biodiesel para os Estados Unidos. Principais exportadores deste biocombustível do planeta, os argentinos vêm enfrentando dificuldades cada vez maiores para manter sua participação no mercado internacional desde que a União Europeia – principal consumidor do produto em nível global – iniciou uma investigação antidumping contra o país vizinho e a Indonésia.
Dados do Instituto Nacional de Estatísticas y Censos (Indec) apontam que no primeiro semestre do ano, as usinas argentinas embarcaram para fora do país menos de 370 mil toneladas do biocombustível – queda de 60% em relação às mais de 910 mil toneladas exportadas no mesmo período do ano passado.
E tudo indica que os resultados tendem a ficar ainda piores depois que os efeitos das tarifas impostas pela UE em maio se tornarem mais evidentes.
EUA
Segundo a consultoria os Estados Unidos estão substituindo – ao menos em parte – a demanda perdia na Europa. Em setembro, o mercado norte-americano se tornou o maior importador do biodiesel argentino. Projeções indicam que nos últimos três meses do ano, as exportações 450 mil toneladas – mais que o dobro das 221 mil toneladas registradas em 2012.
O biodiesel importando, no entanto, não permanece nos Estados Unidos. “A maior parte das importações de biodiesel dos EUA é re-exportada para países africanos e asiáticos”, diz o relatório divulgado essa semana pela Oil World.
Para manter a produção de suas usinas, o governo Argentino estuda aumentar a mistura obrigatória para 10% até o final do ano.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações Bloomberg
De acordo com a consultoria alemã especializada em óleos vegetais Oil World, a Argentina está exportando mais biodiesel para os Estados Unidos. Principais exportadores deste biocombustível do planeta, os argentinos vêm enfrentando dificuldades cada vez maiores para manter sua participação no mercado internacional desde que a União Europeia – principal consumidor do produto em nível global – iniciou uma investigação antidumping contra o país vizinho e a Indonésia.
Dados do Instituto Nacional de Estatísticas y Censos (Indec) apontam que no primeiro semestre do ano, as usinas argentinas embarcaram para fora do país menos de 370 mil toneladas do biocombustível – queda de 60% em relação às mais de 910 mil toneladas exportadas no mesmo período do ano passado.
E tudo indica que os resultados tendem a ficar ainda piores depois que os efeitos das tarifas impostas pela UE em maio se tornarem mais evidentes.
EUA
Segundo a consultoria os Estados Unidos estão substituindo – ao menos em parte – a demanda perdia na Europa. Em setembro, o mercado norte-americano se tornou o maior importador do biodiesel argentino. Projeções indicam que nos últimos três meses do ano, as exportações 450 mil toneladas – mais que o dobro das 221 mil toneladas registradas em 2012.
O biodiesel importando, no entanto, não permanece nos Estados Unidos. “A maior parte das importações de biodiesel dos EUA é re-exportada para países africanos e asiáticos”, diz o relatório divulgado essa semana pela Oil World.
Para manter a produção de suas usinas, o governo Argentino estuda aumentar a mistura obrigatória para 10% até o final do ano.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações Bloomberg