A demora da UE em decidir a respeito das tarifas cobradas sobre as exportações de biodiesel da Argentina já está custando negócios às usinas do país vizinho.
A demora da União Europeia (UE) em tomar uma decisão a respeito das tarifas antidumping que são cobradas sobre as exportações de biodiesel da Argentina está custando caro às usinas do país vizinho. Vendas no valor de, pelo menos, US$ 20 milhões já tiveram que ser canceladas por petroleiras europeias à espera de uma definição.
A demora da União Europeia (UE) em tomar uma decisão a respeito das tarifas antidumping que são cobradas sobre as exportações de biodiesel da Argentina está custando caro às usinas do país vizinho. Vendas no valor de, pelo menos, US$ 20 milhões já tiveram que ser canceladas por petroleiras europeias à espera de uma definição.
Para atender a uma determinação da OMC, a União Europeia terá que reduzir substancialmente as tarifas que impôs em 2013 contra a Argentina e a Indonésia. A medida deveria ter sido oficializada já nessa última quinta-feira, mas a votação acabou sendo adiada e, agora, só poderá acontecer em setembro.
A expectativa é que as alíquotas que o biodiesel argentina tem que pagar ingressar no mercado europeu sejam reduzidos dos atuais 25,7% para de 10,6%. O novo valor passaria a valer a partir dos próximos dias.
Com o adiamento da votação, os embarques de biodiesel só deverão ser normalizados a partir de outubro. “Para a indústria [de biodiesel] argentina, esse é um dano comercial significativo”, disse Gustavo Idigoras, assessor de relações internacionais da Câmara Argentina de Biocombustíveis (Carbio). A entidade, que representa os fabricantes de biodiesel do país vizinho, já estuda a possibilidade de exigir compensação pelas perdas junto à OMC.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações Energia Estratégica
A demora da União Europeia (UE) em tomar uma decisão a respeito das tarifas antidumping que são cobradas sobre as exportações de biodiesel da Argentina está custando caro às usinas do país vizinho. Vendas no valor de, pelo menos, US$ 20 milhões já tiveram que ser canceladas por petroleiras europeias à espera de uma definição.
Para atender a uma determinação da OMC, a União Europeia terá que reduzir substancialmente as tarifas que impôs em 2013 contra a Argentina e a Indonésia. A medida deveria ter sido oficializada já nessa última quinta-feira, mas a votação acabou sendo adiada e, agora, só poderá acontecer em setembro.
A expectativa é que as alíquotas que o biodiesel argentina tem que pagar ingressar no mercado europeu sejam reduzidos dos atuais 25,7% para de 10,6%. O novo valor passaria a valer a partir dos próximos dias.
Com o adiamento da votação, os embarques de biodiesel só deverão ser normalizados a partir de outubro. “Para a indústria [de biodiesel] argentina, esse é um dano comercial significativo”, disse Gustavo Idigoras, assessor de relações internacionais da Câmara Argentina de Biocombustíveis (Carbio). A entidade, que representa os fabricantes de biodiesel do país vizinho, já estuda a possibilidade de exigir compensação pelas perdas junto à OMC.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações Energia Estratégica