Argentina voltou a elevar imposto de exportação pago pelo biodiesel e manteve os preços pagos no mercado interno praticamente estáveis. Menos de um mês depois de anunciar um corte de 50% no imposto cobrado sobre o biodiesel exportado, a Casa Rosada voltou elevar o tributo que foi de 6,1% para 7,2%. Não chega a ser uma reversão da política anterior, mas essa montanha-russa a que os impostos de exportação do biocombustível estão submetidos tem incomodado o setor.

Menos de um mês depois de anunciar um corte de 50% no imposto cobrado sobre o biodiesel exportado, a Casa Rosada voltou elevar o tributo que foi de 6,1% para 7,2%. Não chega a ser uma reversão da política anterior, mas essa montanha-russa a que os impostos de exportação do biocombustível estão submetidos tem incomodado o setor.
Outro foco de atrito entre os fabricantes do país vizinho e o Departamento de Energia é a demora nos reajustes dos preços praticados no mercado interno. O governo divulgou esta semana a tabela com os preços do biocombustível atualizados. O reajuste proposto pelo governo entre os meses de dezembro e janeiro ficou na segunda casa decimal.
De acordo com a nova tabela, as usinas de pequeno porte vão receber 7.145 pesos das refinarias de petróleo pela tonelada do biocombustível comercializado em janeiro último. Um aumento de 0,07% sobre os 7.138 pesos pagos em dezembro.
E esse foi o maior reajuste na tabela de preços do país vizinho:

Bastante insatisfeitos com a política de preços, os produtores de biodiesel ameaçam parar a produção, se o governo continuar não reajustar os valores pagos no mercado interno argentino.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Energía Estratégica

Menos de um mês depois de anunciar um corte de 50% no imposto cobrado sobre o biodiesel exportado, a Casa Rosada voltou elevar o tributo que foi de 6,1% para 7,2%. Não chega a ser uma reversão da política anterior, mas essa montanha-russa a que os impostos de exportação do biocombustível estão submetidos tem incomodado o setor.
Outro foco de atrito entre os fabricantes do país vizinho e o Departamento de Energia é a demora nos reajustes dos preços praticados no mercado interno. O governo divulgou esta semana a tabela com os preços do biocombustível atualizados. O reajuste proposto pelo governo entre os meses de dezembro e janeiro ficou na segunda casa decimal.
De acordo com a nova tabela, as usinas de pequeno porte vão receber 7.145 pesos das refinarias de petróleo pela tonelada do biocombustível comercializado em janeiro último. Um aumento de 0,07% sobre os 7.138 pesos pagos em dezembro.
E esse foi o maior reajuste na tabela de preços do país vizinho:
Bastante insatisfeitos com a política de preços, os produtores de biodiesel ameaçam parar a produção, se o governo continuar não reajustar os valores pagos no mercado interno argentino.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Energía Estratégica